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Baron Davis e Jason Richardson jogam hoje maio 15, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Amaré Stoudemire, Baron Davis, Golden State Warriors, Phoenix Suns, San Antonio Spurs, segunda rodada, suspensões, Utah Jazz.
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Foi anunciado agora à tarde que Baron Davis e Jason Richardson não serão suspensos e jogarão a quinta partida da série do Golden State Warriors contra o Utah Jazz hoje à noite. A falta de Davis foi aumentada para flagrante 2, o que significaria expulsão automática se marcada durante o jogo.

Já na série Spurs x Suns, Amaré Stoudemire e Boris Diaw serão suspensos por um jogo e ficam de fora na quarta-feira, enquanto o Robert Horry fica de fora dois jogos. Injustiça com o Suns,  que lutou duro para vencer fora de casa apenas para ficar sem dois de seus jogadores mais importantes na quinta partida, em casa. Se perder, volta para San Antonio precisando de uma vitória para evitar a eliminação. O Suns vai precisar de uma atuação perfeita para superar o Spurs amanhã.

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O fim-de-semana dos playoffs maio 14, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Detroit Pistons, Golden State Warriors, Phoenix Suns, San Antonio Spurs, segunda rodada, Técnico do Ano, Utah Jazz, video.
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Bom, primeiramente queria me desculpar por nenhuma atualização ontem… Tive uma febre. Tive de ver o Detroit apanhar do Chicago doente de cama! Que droga, né. Bom, não se você for torcedor do Bulls.

Vamos à análise do que transcorreu nos últimos três jogos dos playoffs:

– O Suns foi abrir a boca pra falar do Spurs, dizendo que era um time sujo… E os árbitros respondem dando total vantagem nas marcações para San Antonio! Foi meio que um “se você vai ficar chamando a atenção do público para nossos erros, vai sofrer” dos árbitros. Bruce Bowen comprovou ser um jogador sujo com sua joelhada em Steve Nash, e o Suns quase caiu na provocação. (o Bowen previu corretamente: “Com toda a controvérsia ao meu redor, isso provavelmente vai parar no YouTube”. Toouché, Bruce:)

Mesmo que os árbitros não dessem a vantagem das marcações para o Tim Duncan em mais da metade dos lances, teria sido difícil mesmo para o Suns derrotar o Spurs. Leandrinho jogou mal e Steve Nash teve um péssimo primeiro tempo. Por todo o segundo tempo, e especialmente quando Nash finalmente começou a acertar seus chutes, eu me lembrava que Phoenix venceu jogos desta maneira a temporada inteira. O problema é que desta vez se tratava de San Antonio: um time veterano, que executa com perfeição nos minutos finais. O Suns pode ter seus altos e baixos contra New Jersey ou Dallas, mas não contra um time disciplinado e experiente como o Spurs. Se quiser vencer hoje, Phoenix precisa ser perfeito.

– A mesma coisa pode ser dita de Chicago em relação a Detroit: para vencer o Pistons, o Bulls precisa ser perfeito, e foi o que aconteceu no domingo. Detroit enfim assumiu sua personalidade de “ligar e desligar o interruptor”. Após um excelente começo de segundo quarto, o time se desligou no final do período e teve muito menos energia e disposição que seu rival. Quando jogou o que sabe, conseguiu reduzir a sete pontos, mas já era tarde. Se vencesse, seria injusto, pois o Bulls foi superior.

A pressão ainda está toda sobre Chicago, mas é bom que o Pistons aprenda agora que ele, também, tem de jogar 100% para derrotar o Bulls. Principalmente agora que o rival acordou para a série.

– Dizer que Utah surpreende não seria verdade. É simples: o Jazz tem a presença de garrafão que o Dallas não tinha, o que é o fator decisivo para derrotar Golden State. Embora os críticos insistam que a NBA está mudando e os pivôs não tenham a mesma importância, está claro que eles ainda causam impacto. O problema é que os analistas não consideram alas-pivôs como pivôs, mas Carlos Boozer, Tim Duncan e Chris Webber são pivôs capazes de jogar como alas. Daí o nome de sua posição!

Muito se fala sobre como Phoenix gosta de arremessar o mais rápido possível; pois Golden State faz o Suns parecer uma tartaruga. Os jogadores passam a bola, atacam a cesta e chutam de qualquer lugar – e quando eu digo qualquer lugar, quer dizer qualquer lugar mesmo. Lembram-se nos games antigos de NBA que a bola pegava fogo? Deve ser assim que eles sentem a bola em suas mãos. Quando as bolas estão caindo, ótimo. Quando elas páram de cair – e jogar neste estilo tem de cansar os braços e as pernas alguma hora -, fica difícil, e foi o que aconteceu ontem no final.

O Jazz está executando perfeitamente seu plano de ação e muito crédito tem de ser dado ao técnico Jerry Sloan; afinal, o time é quase que completamente inexperiente em playoffs, e já conseguiu superar um time forte como Houston em um jogo 7 fora de casa E derrotou o Warriors na arena mais barulhenta dos Estados Unidos. Só demonstra como foi uma injustiça ele não receber finalmente o prêmio de Técnico do Ano, enquanto o receptor do prêmio, Sam Mitchell, assiste à segunda rodada dos playoffs de casa após seu time, terceiro melhor de sua conferência e dono de um dos melhores jovens alas-pivôs da liga, ter sido eliminado por uma equipe que não consegue buscar sequer um rebote ofensivo. Em anos anteriores, o crédito ficou para John Stockton e Karl Malone; qual é a desculpa agora?

Nets estende sua série contra o Cavs maio 12, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Jason Kidd, LeBron James, New Jersey Nets, segunda rodada.
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Bom, o que aconteceu então? Jason Kidd aconteceu.

O armador foi o maestro do Nets na vitória por 96 a 85 sobre o Cavs agora há pouco, em Nova Jérsei. Ele fez 23 pontos, 14 assistências e 13 rebotes, impressionante. Acabou com a desvantagem do Nets nos rebotes praticamente por conta própria: os 13 rebotes dele foram exatamente a diferença entre os 43 do New Jersey e os 30 do Cleveland.

Ainda melhor que sua luta pelas sobras foi sua mira: acertou 8 de 12 arremessos, sendo 5 de 6 de 3 pontos, o que destruiu a tática do Cavs de deixá-lo arremessar. Mas não foi só Kidd que jogou bem: o resto do time jogou bem e com muito mais energia que nos jogos anteriores. Vince Carter estava muito bem até machucar a mão no final do terceiro quarto e diminuir um pouco seu ritmo. Richard Jefferson marcou bem LeBron James e o forçou a trabalhar na defesa também. A vontade e maior dedicação à zona também renderam dividendos na defesa e o Cavs teve dificuldades para fazer cestas.

Cleveland, porém, não tem muito o que se preocupar: apesar de uma atuação incrível do Nets e péssima de seu time, o Cavs chegou a virar no segundo quarto e teve chances de vencer no final. A diferença de hoje pode ter sido a energia e uma melhor resposta à zona, e isso pode ser trabalhado e melhorado até segunda-feira. Se New Jersey quiser empatar o confronto, terá de mostrar a mesma intensidade deste sábado.

Spurs x Suns rolando…

Dois jogos de brazucas hoje maio 12, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in chat, Cleveland Cavaliers, Golden State Warriors, New Jersey Nets, segunda rodada, Utah Jazz, video.
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Hoje, às 18 horas de Brasília, o Cleveland Cavaliers do Anderson Varejão enfrenta o New Jersey Nets fora de casa no terceiro jogo da série, com transmissão do globoesporte.com e TV Esporte Interativo, e às 21 horas o Leandrinho e o Phoenix Suns visitam o San Antonio Spurs pro jogo 3, com transmissão da ESPN Internacional. Eu estarei online para chat durante o jogo do Cavs, talvez para o jogo do Suns também.

O Cavs tem dominado o Nets completamente nos rebotes e no garrafão. O que New Jersey vai fazer? Toda a crítica americana está com mania de sugerir agora que, sempre que um time tem dificuldade nessas áreas, que comece a correr com um time mais baixo. Mas quem o Nets vai escalar então? Eddie House? Marcus Williams? Antoine Wright?

Que tal simplesmente cobrar mais de seus pivôs titulares, Jason Collins e Mikki Moore, que não têm sido capazes de buscar nenhuma sobra de arremesso? Na série contra o Toronto Raptors, eles fizeram um trabalho bem melhor em segurar Chris Bosh, que embora fosse estreante em playoffs, tem mais talento e agilidade que ambos Zydrunas Ilgauskas (pelo menos agora que o lituano está envelhecido) e Drew Gooden.

Que tal uma maior dedicação à marcação em zona? O time não consegue parar LeBron James. Isto é parte de seus problemas no garrafão: James é na verdade o melhor jogador de empostação do Cavs, o que é uma característica que o aproxima de Michael Jordan, que freqüentemente superava seus pivôs em capacidade de jogar de costas para a cesta e atacar a tabela (mas prestem atenção, eu não disse que ele é bom como MJ, é só uma característica em comum!!).

O banco do Nets também é muito fraco. Tire Bostjan Nachbar e você não tem quase nada: House é de lua e é péssimo na defesa; Williams, Josh Boone e Hassan Adams são calouros e ainda não estão preparados para carregar o time. A equipe continua muito dependente de Kidd-Carter-Jefferson, e é por isso que dificilmente vai virar esta série. Com Hughes, Pavlovic e James, o Cavs tem um trio capaz de responder no mesmo nível, e vantagem em todas as outras posições.

Mais tarde, falo de Suns x Spurs.

– Ontem o Warriors aproveitou a força da torcida e todos os seus chutes caíram. Foram 15 bolas de três pontos certeiras em 32 arremessos, é sacanagem, né não? Assim até eu.

O Don Nelson reconheceu que, com Al Harrington, o time abre a defesa do Jazz e diminui o impacto de seus pivôs no jogo. Ao mesmo tempo, a vitória de Golden State pode ser creditada à fraca atuação de Deron Williams, que havia sido espetacular nos dois primeiros jogos, e de Derek Fisher, cujo “momento” ganho no segundo jogo não continuou no segundo. Na verdade, Fisher talvez funcionasse melhor como reserva nesta série. Williams vinha cuidando bem de Baron Davis porque ambos têm características parecidas, e Fisher é o mesmo tipo de jogador que eles dois. Sem Monta Ellis no time titular do Warriors, o adversário de Fisher passa a ser Stephen Jackson ou Jason Richardson, ambos mais altos que ele. A arrumação do primeiro jogo, com Gordan Giricek no time titular, ou talvez com Matt Harpring na posição, não diminuiria a velocidade e força do Jazz, ao mesmo tempo que lhes daria um jogador mais alto e forte para marcar esses dois.

A torcida com certeza foi um fator na atuação de Williams, que deve ter sentido a pressão e a dificuldade de comunicação em meio a um oceano de amarelo e um paredão de barulho.

Agora, a enterrada de Davis em Kirilenko, que colocamos aqui no post mais cedo, lembra a de Kevin Johnson em Hakeem Olajuwon nos playoffs de 1995. KJ era muito mais baixo que Davis, Hakeem muito mais alto que Kirilenko, mas ainda se trata de um armador enterrando em cima de um excelente bloqueador, e com um movimento parecido: vindo de um corta-luz na esquerda, com o marcador (Williams) atrasado e dando espaço para a penetração; uma arrancada veloz e a chegada atrasada de Kirilenko, e Davis enterrando com a mão láááááá em cima para não dar chances ao toco. Tá aqui a enterrada do KJ caso vocês não lembrem:

Naquela série, Houston reagiu e venceu, indo até o título. Esperar um título de Utah é demais, mas acho que dá para aguardarmos uma reação do Jazz, que não deve estar nada contente com essa enterrada.

A tabela de jogos dos playoffs é uma piada maio 11, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in segunda rodada.
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Hoje, temos mais um dia de apenas um jogo nos playoffs da NBA: Utah Jazz e Golden State Warriors se enfrentam esta noite às 22 horas de Brasília. Então, temos três dias seguidos de apenas um jogo nos playoffs, enquanto Phoenix, San Antonio, Cleveland e New Jersey mofam entre terça e sábado.

Isso é RIDÍCULO. Estas duas semanas de semifinais de conferência estão sendo ainda mais chatas que a temporada regular, e a culpa nem é dos jogos, que estão sendo bons; a vitória do Jazz na prorrogação sobre o Warriors e a virada do Pistons sobre o Bulls na sexta foram divertidos. Mas o que acontece: com a escassez de grandes astros nos playoffs e a necessidade de alongar ao máximo a pós-temporada (dura 3 meses inteiros!) e colocar os astros nas transmissões em TV aberta (nos EUA, a ABC é o canal aberto da NBA e só transmite aos fins-de-semana), a liga criou uma confusão enorme.

A série entre Warriors x Jazz é dia sim, dia não, enquanto as séries de Suns x Spurs e Cavs x Nets (que têm as maiores estrelas que sobraram: Steve Nash, Tim Duncan, LeBron James e Vince Carter) tiveram uma semana praticamente livre. Porém, a partir de sábado, também vai ser dia sim, dia não para eles! A única série que teve uma distribuição de jogos decente foi a de Pistons x Bulls, que começou num sábado (embora estivesse há uma semana prevista para começar no domingo), continuou na segunda-feira, teve uma pausa até quinta, volta no domingo e terá dia sim, dia não… Porém, caso vá a jogo 7 (o que parece improvável com o domínio do Detroit na série), o jogo 7 será numa segunda-feira, enquanto todos os demais jogos 7 seriam no domingo!! Que sentido isso faz?? Ter 3 jogos decisivos num domingo, e apenas 1 na segunda, e justamente a série que começou mais cedo terminaria mais tarde!!

Enquanto isso, o Suns chega a San Antonio com o “momento” obtido no segundo jogo praticamente jogado no lixo, e o Spurs terá toda a vantagem de jogar em casa, já tendo vencido na casa do adversário, e com tempo de descanso e estudo para colocar toda a preocupação com a derrota para trás. O time ainda ganhou motivação com os comentários de Amaré Stoudemire de que San Antonio seria uma equipe que “joga sujo”.

O Nets também teve mais do que tempo suficiente para estudar tudo o que fizeram nos dois primeiros jogos, tudo o que podem fazer para parar LeBron James, e ainda puderam descansar de suas lesões. O Jazz, por sua vez, teve de emendar uma vitória no sétimo jogo contra o Houston Rockets com um jogo 1 em casa contra o Warriors, e está fadado a cansar entre os jogos 3 e 4 desta série, já que vem correndo no mesmo ritmo de Golden State. O time californiano, por sua vez, não tem o luxo de New Jersey para recuperar Baron Davis e Matt Barnes, ambos com lesões na virilha.

Lesões, cansaço, momento, é tudo parte dos playoffs. O problema é que é injusto, e o torcedor perde o interesse. Eu já me esqueci completamente dos dois jogos de Spurs x Suns e Cavs x Nets, e a série entre Bulls x Pistons parece já estar no final.

Por outro lado, isto é ainda pior para as seleções nacionais. Leandrinho, Anderson Varejão, LeBron James, Amaré Stoudemire, Shawn Marion, Andris Biedrins, Andrei Kirilenko, Mehmet Okur, Kirk Hinrich, Luol Deng, Bruce Bowen, Tony Parker, Boris Diaw, Mickael Pietrus; todos estes devem ter papéis importantes em suas seleções durante as férias, e todos eles estão apenas gastando mais baterias com uma pós-temporada extensa. Quando chegarmos à temporada que vem, quem ainda terá pernas e não se lesionará rápido?

São os playoffs da NBA! maio 9, 2007

Posted by rbfn04 in segunda rodada.
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Já é a segunda fase dos playoffs e eu ainda não falei sobre nada sério (aquela “pesquisa” não pode ser considerada séria, né?) então resolvi fazer a minha analise dos playoffs. Tá, vocês vão dizer “Espertinho, algumas séries já estão no segundo jogo… que hora fácil de fazer!” Prometo que os resultados até agora não me fizeram muda de idéia, é o que eu acho, espero que esteja certo… Ah! E uma coisa que eu queria falar sobre o David Stern e a que ponto chega a loucura dele: fiquei sabendo que um jogador, e um bonzinho não um malucão como o Rasheed ou o Ron “Ron Ron the Rottweiller” Artest, foi multado em US$ 2.500 por que estava com o cordão que amarra o calção para fora. Só não deu para descobrir que jogador foi, ele quis permanecer anônimo. Bom, hora da análise.

Phoenix Suns X San Antonio Spurs: Vai ser uma série divertida, duas equipes com estilos completamente diferentes. O Suns correndo sem parar e o Spurs jogando em cima do Tim Duncan Robot®. Se tudo der certo, a série vai ser decidida no sétimo jogo, só para a gente ver grandes partidas.

O Suns não tem como para o Tim Duncan, Tony Parker, Manu Ginobili, bom talvez o Manu diminua o ritmo com o Raja Bell na marcação. O Suns vai correr, correr, correr e depois correr mais um pouco, mas a única equipe que foi campeã correndo foi o Lakers do “Showtime” do Magic, Kareem, Michael Cooper e o Suns não tem esse talento. Spurs ganha em sete (eu diria seis, mas quero ver um jogo sete entre os dois).

Utah Jazz X Golden State Warriors: Eu vi uma análise do Warriors dizendo que era o Suns sem um pivô, o que me levou a pensar: o Suns já não é um Suns sem pivô? Phoenix tem um grande ala/pivô não um pivô.

É a série com a segunda maior diferença de estilos. O Jazz bem organizado, levado pelo Jerry Sloan, que é um dos melhores técnicos da história da NBA e o Warriors com seu estilo que eu só consigo descrever como “confusão organizada”, correndo para todos os lados, quase como uma galinha sem cabeça, mas com um objetivo. O Deron Williams está virando um bom jogador, jogando muito nos playoffs, e está levando o time nas costas, fazendo Carlos Boozer e Okur jogarem como se fossem jogadores de verdade. Baron Davis, Jason Richardson, Stephen Jackson estão fazendo um grande trabalho mas, não acho que será o suficiente para vencer o Jazz, talvez se conseguirem levar o entusiasmo da série contra Dallas, mas não acho possível. E sim eu quero uma camiseta “We Believe” do Warriors. Jazz em cinco.

Chicago Bulls X Detroit Pistons: Já digo aqui, para ninguém me chamar de oportunista depois, que eu a que as finais vão ser entre Spurs e Pistons, de novo. O Bulls tem, basicamente, dois jogadores mais consistentes (Kirk Hinrich e Nocioni) e dois que jogam muito bem, mas podem desaparecer (Bem Gordon e Luol Deng) e Ben Wallace. Detroit tem Rasheed, que parece ter resolvido seus problemas de personalidade(s), Webber, Rip Hamilton, Billups, Prince, Flip Murray… Deu para ter uma idéia.

Eu não identifiquei uma tendência de jogo clara no Bulls, e ainda acho quer se Miami tivesse começado as jogadas pelo Shaq seria outra séria, e o Pistons tem um estilo
em definido. Pistons em cinco.

Cleveland Cavs X New Jersey Nets: Cavs vai até onde o LeBron James levar o time. O Nets vai até alguém se lembrar que o Jason Kidd não arremessa consistentemente bem de fora e deixa-lo arremessar. O King James está jogando cada vez melhor, pena que na tem um time para acompanhá-lo. O Nets tem um grande armador, um bom ala (Jefferson) e um ala que nunca aparece para os playoffs e, hoje em dia, prefere arremessar de fora a entrar no garrafão (Vince Carter).

O Nets vai tentar correr, se conseguir o Cavs terá problemas. Se o Cavs conseguir manter o jogo em um ritmo lento, jogando na meia quadra com King James e Ilgauskas, acho que tem chances até de “varrer” seu adversário. Mas como é difícil vencer quatro partidas seguidas nos playoffs, Cavs em cinco.

Ta aí a minha análise, mas é apenas a minha opinião, fiquem livres para discordar ou concordar…

Imagens da terça-feira maio 9, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, fotos, New Jersey Nets, Phoenix Suns, San Antonio Spurs, segunda rodada.
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Vai bloquear a minha bandeja, é? Então toma um toco na cara pra ver se é maneiro”

“Eu sou f…!”

Diaw: “Vocês acham que eu pego essa mulher aí do lado?”, Parker: “Não sei, cara, a Eva vem aí hoje, não posso vacilar na frente dela…”, Turiaf: “Tenta, comigo ela não quer nada por causa da minha juba”

A nova moda em Phoenix é usar band-aid no nariz pra homenagear o nariz sangrando do Steve Nash no jogo 1. É interessante; uma mensagem pro time que a torcida quer sacrifício pelo título.

“Pode me chamar de macaco, de gorila. Mas você tem uma moto dessas? Ou uma gata dessas na garupa??”

Bonito cabelo, Raja!

Fotos: NBAE/GettyImages/Yahoo.com

Imagens da segunda-feira na NBA maio 8, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in fotos, segunda rodada.
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Olha o “carrinho” do Mehmet Okur… Deve ser ruim ter de dirigir um carro desses, né não?

Agora, imagina se ele tivesse esse carro morando no Rio ou em São Paulo… Por quanto tempo você acha que ele ainda teria o carro??

Essa ficou ótima. É o Dee Brown, reserva raramente utilizado pelo Jazz, que entrou bem fazendo a função do Derek Fisher saído do banco

Taí o que você queria! Bola quicando para Bulls x Pistons, jogo 2!

“No ano que vem a gente vai proibir que os jogadores usem seus carrões para chegar aos jogos, porque isso é ruim pra imagem da NBA”

San Antonio leva a primeira maio 6, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Phoenix Suns, San Antonio Spurs, segunda rodada.
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O Spurs venceu o jogo por 111 a 106. O Suns chegou a virar algumas vezes, mas não conseguiu abrir vantagem. Pra piorar, um choque involuntário com o Tony Parker deixou o Steve Nash com o nariz sangrando sem parar e ele não jogou no minuto final do jogo. Que incompetência também, não conseguiam parar o sangramento! Não dava pra ter dado uns pontos ou alguma coisa assim rapidinho? Acontece toda hora nos mais diversos esportes.

Então, os texanos abrem 1 a 0, mas diferente de 2005, não acho que têm a mesma superioridade. Se Nash, melhor jogador do Suns em situações decisivas, estivesse em quadra no final, acho que poderíamos ter tido um final diferente. Terça-feira tem mais.

Phoenix x San Antonio rolando maio 6, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in segunda rodada.
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Peguei o jogo no finalzinho do terceiro quarto e agora está no começo pro meio do último período. O Spurs controlou o ritmo pela maior parte do jogo, mas curiosamente a partida está começando a tomar uma feição mais veloz, mais a cara do Suns, que reagiu e agora está encostado em 90 a 88.

Só alguns comentários quanto aos jogos anteriores dessas semifinais de conferência:

– O Detroit mostrou que Chicago não é tudo o que se pintava. O Bulls aproveitou as deficiências do Miami e como seu jogo se encaixava bem contra o do Heat; contra o Pistons, seus melhores pontos são praticamente igualados pelo rival. De qualquer forma, a vitória por mais de 20 pontos não quer dizer que Detroit vai dominar. Espere um Chicago mordido no segundo jogo.

– Em Cleveland, o Cavaliers finalmente recebeu uma injeção de realidade nos playoffs e precisou ajustar sua intensidade para bater o New Jersey Nets. O próximo jogo já deve ter uma atuação melhor do Cavs, mais ligado desde o início, mas será outra briga boa.