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Final entre Cavs e Spurs deixa TVs americana e brasileira esperançosas junho 6, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Anderson Varejão, Cleveland Cavaliers, Finais, Globo.com, LeBron James, San Antonio Spurs, TV.
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Enquanto o site passa por dificuldades técnicas, estaremos postando nossas matérias aqui. Não deixem de acompanhar…

Nos Estados Unidos, o confronto entre Cleveland Cavaliers e San Antonio Spurs nas Finais da NBA foi considerado um alívio para a emissora de TV aberta ABC, que tem esperanças de ter uma audiência melhor que nas decisões dos últimos anos. Para o Brasil, o alívio pode ser ainda maior, no retorno das Finais à TV a cabo após dois anos ausente.

O pesadelo das emissoras americanas era um novo encontro entre San Antonio Spurs e Detroit Pistons, como em 2005, que apesar de produzirem uma audiência favorável em seu último jogo, com 11,9 pontos no indíce Nielsen (o Ibope americano), terminou com uma média de apenas 8,2 pontos por jogo, a segunda pior desde 1981, quando as partidas não foram exibidas ao vivo. Desde que a ABC começou a transmitir as Finais, em 2003, apenas uma série superou os 10 pontos de média, o confronto entre Los Angeles Lakers – time que mais traz audiência na NBA – e o Pistons em 2004, com 11,5 pontos. O Spurs esteve na final menos assistida da história da liga, em 2003, quando sua vitória sobre o New Jersey Nets teve média de 6,5. Antes de 2002, nenhuma final tinha tido menos de 10 pontos de audiência desde 81.

Após seu terceiro título em 2005, o Spurs se consolidou como um dos times de maior sucesso da liga e hoje o ala-pivô Tim Duncan é considerado um dos maiores vencedores em atividade na NBA, no mesmo nível que o pivô Shaquille O’Neal. Ainda assim, seu estilo de jogo é considerado chato, e o time continua a atrair pouca audiência. Neste ano, seus dois jogos de finais da Conferência Oeste na ABC, contra o Utah Jazz, tiveram apenas 3,1 pontos, uma queda de mais de 40% para o ano passado, quando a emissora transmitiu jogos entre Detroit e Cleveland e Detroit e Miami Heat. Por outro lado, San Antonio esteve nos dois jogos de maior audiência da ABC neste ano, com 3,4 e 3,5 pontos em confrontos com o Phoenix Suns nas semifinais.

O confronto entre Duncan e o astro em ascensão LeBron James, considerado por muitos o “novo Michael Jordan”, está sendo promovido com força para tentar puxar a audiência para cima e é a grande esperança da emissora. O único jogo de playoff do Cavs transmitido pela ABC teve apenas 2,4 pontos, o jogo 1 das semifinais do Leste contra o New Jersey Nets, mas na TV a cabo James foi um sucesso. Os jogos 5 e 6 das finais da conferência, em que o astro marcou 48 pontos no primeiro e liderou a eliminação do Pistons no segundo, estiveram entre as três maiores audiências da semana, e ajudaram a colocar a emissora TNT no topo das emissoras a cabo.

Se James tiver efeito parecido com o de Jordan, a ABC pode comemorar: nenhuma das finais disputadas pelo Chicago Bulls teve média inferior a 14 pontos, e a final de 1998 com o Utah Jazz bateu o recorde da liga com 18,7 pontos. Neste ano, o futebol americano mostrou que uma estrela individual pode ajudar a empurrar a audiência: a primeira aparição em um Superbowl do incensado quarterback Peyton Manning, do Indianapolis Colts, foi considerado o fator principal para que se tornasse a segunda final da NFL mais assistida na história.

No Brasil, não é tanto a estrela de James ou o confronto com Duncan que pode ajudar a audiência, e sim a presença de um jogador do país pela primeira vez na história: o ala-pivô capixaba Anderson Varejão. A identificação com um atleta nacional tem sido a maior força dos jogos da NBA no país, e os números da emissora a cabo ESPN Internacional, principal transmissora dos jogos da liga no Brasil, comprovam.

As quatro melhores audiências da emissora na temporada envolveram jogos com times brasileiros, batendo os 30 mil espectadores por minuto – o que, para TV a cabo, é um número excelente. Melhor ainda é que Spurs e Cavaliers estiveram envolvidos em três desses quatro jogos – um deles foi justamente o encontro de 3 de novembro, vencido pelo Cavaliers em San Antonio por 88 a 81, e que teve 31.040 espectadores em média e um total de quase 265 mil pessoas passando pelo canal durante a transmissão.

“Para as Finais, com toda essa divulgação em cima do Varejão, podemos aguardar um aumento, algo em torno de 50 mil pessoas por minuto. Quem sabe chegar a 350 mil pessoas passando pelo canal”, diz Luciano Silva, editor de basquete da ESPN Brasil, que também cuida da NBA no canal internacional, hoje integrado ao brasileiro.

Na última vez que as Finais passaram na ESPN, em 2004, ainda não havia a integração. Desde então, a emissora não passou as finais por dois anos: em 2005, ficou a cargo do canal FX, na época um canal a la carte em poucas operadoras de cabo, e no ano passado foi exclusividade do site GloboEsporte.com, mas fechado a assinantes de um pacote especial. Nesta temporada, o site abriu a transmissão de seus jogos para todos os assinantes do portal Globo.com, mas por questões contratuais teve de fechar novamente sua transmissão das Finais a quem comprar o pacote especial.

A presença de Varejão não foi o que motivou a criação do pacote, garante o comentarista do site e autor do site Rebote, Rodrigo Alves. “A questão do pacote estava prevista no contrato com a NBA desde o início da temporada. Não anunciamos antes porque a empresa estava tentando encontrar uma forma de mudar o cenário e abrir para os assinantes. Eu e (o narrador) Roby Porto brigamos muito para que isso acontecesse, mas não foi possível mudar o contrato”, explicou Rodrigo, que acha que a transmissão por parte da ESPN Internacional não comprometerá o sucesso do site.

“Eu, particularmente, nunca vi a Globo.com como concorrente da ESPN, e sim como uma alternativa a mais para quem gosta de NBA. É óbvio que a primeira opção de qualquer pessoa é ver um jogo na TV, em vez da tela pequena do computador. Nosso número de espectadores na final certamente não será o mesmo que tivemos até agora, mas já tem gente comprando o pacote. O que pesa a favor da nossa transmissão é a interatividade, com o chat ao vivo durante todo o jogo. A coisa vira literalmente um grande bate-papo enquanto a partida está rolando, fica mais informal”, explica.

Embora não tenha os dados exatos, Rodrigo confirmou que a audiência do site cresceu dos playoffs do ano passado para este, mas atribui a ascensão a mais do que o sucesso dos brazucas: “A transmissão mudou bastante, o estúdio melhorou, a qualidade do vídeo também, a assinatura da NBA neste ano foi estendida a todos os assinantes de banda larga da Globo.com, e ainda tivemos promoções com produtos oficiais da liga em quase todas as transmissões, o que ajuda”.

Luciano, por sua vez, diz que a ESPN focará sua cobertura em cima de Varejão, aproveitando a feliz coincidência de que volta a transmitir as Finais justamente na primeira participação do capixaba. “A primeira entrevista que ele deu foi aqui (na ESPN Brasil). O primeiro título teve transmissão da ESPN Brasil. Acompanhamos o primeiros campeonato pela Seleção Brasileira. Fizemos a despedida dele quando viajou para o Barcelona. Mostramos o título dele na Euroliga. Também fizemos ao vivo o draft do Varejão (o mesmo em que Rafael “Baby” Araújo foi escolhido na loteria pelo Toronto Raptors). Na primeira temporada dele na NBA, fomos até Cleveland e produzimos um especial (que será reprisado ainda nesta quarta, às 19h30min). E agora, vamos mostrar todos os jogos de sua primeira final de NBA”, conta o editor.

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Entrevista com o Anderson Varejão no GloboEsporte.com junho 5, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Anderson Varejão, Cleveland Cavaliers, Finais, Globo.com, San Antonio Spurs, Tim Duncan.
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Ei, rimou!

Mas enfim, o GloboEsporte.com fez cinco perguntas ao Anderson sobre a série final contra o San Antonio Spurs e o Pan. O Varejão é um dos caras que fala mais solto entre os jogadores de basquete, então ficou legal. Parabéns Rodrigo Alves!

Só um único comentário: na pergunta sobre como parar Tim Duncan, Varejão diz, “Temos de diminuir o espaço para ele em quadra e não deixá-lo jogar na posição preferida”. Não deixá-lo jogar na posição preferida? Só se tirarem ele de quadra. Eu juro, o Duncan consegue usar a tabela pra fazer cesta de qualquer lugar da quadra. Aposto que até do banco ele acerta. Ah, mentira, tem um lugar em que ele não consegue: da linha de lance livre.

Por que não o League Pass também no Brasil? maio 8, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Globo.com, TV, video.
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Mais uma vez, estou aqui na frustração tentando conectar algum canal nos p2ps da vida para assistir aos jogos dos playoffs. No fim-de-semana foi tudo tranqüilo, consegui ver os jogos numa boa, mas ontem já vi metade do jogo do Pistons x Bulls e metade do Jazz x Warriors. A outra metade foi em tentativas lentas e fracassadas de conexão.

É curioso mesmo que já estamos nos tornando cada vez mais exigentes; falamos dos “tempos de ouro” da Band mas esquecemos que eram no máximo três a quatro jogos nas melhores semanas, entre Band, ESPN e TNT (entre os que tinham tv por assinatura, claro). Nós estávamos famintos por qualquer coisa a mais que o simples material que a ESPN estava oferecendo. Aí os programas de p2p começaram a aparecer e fomos vendo mais jogos, apareceu o globoesporte.com e há pouco a tv esporte interativo, e as tecnologias ainda melhoraram ainda mais para varmos essas transmissões via internet às vezes sem falhas. E tudo isso nos deixa querendo ainda mais. Agora que vimos como é poder assistir a um jogo todos os dias, queremos mais.

Ao mesmo tempo, a gente sabe que a NBA odeia que seus jogos estejam sendo retransmitidos pela internet sem sua autorização, roubando vários consumidores em potencial de seu NBA League Pass, o pacote que permite a um assinante ver qualquer jogo pela tv a cabo ou pela internet.

Por que então – oh Deus por que – a NBA não contra-ataca lançando o pacote do League Pass para o resto do mundo? Eu acredito que por um tempo a Directv tinha um esquema desse tipo, mas nunca soube bem como funcionava. De qualquer forma, uma iniciativa destas não poderia ajudar a esvaziar os programas de p2p? Nesta semana, a liga anunciou a criação de uma loja virtual de vídeos de jogos completos a US$ 3 cada. Você não pagaria US$ 3 por jogo se tivesse a opção de fazer um pay-per-view no globo.com ou na directv? Cria pacotes para ver todos, não precisa nem ter narração. Faz um pacote para quem só quer ver as transmissões especiais, semanais, com narração em português. Manda um programinha especial também, uma mesa redonda no meio. Tira das opções somente os jogos que terão transmissão pelas tvs, espn e esporte interativo, para não prejudicar sua audiência.

Será que o retorno do basquete e da NBA está tão baixo assim que um acordo desses não tenha aparecido ainda? Será que a liga não vê que esse momento de aceleração de trocas de informação globais é o momento oportuno para aproveitar com mais do que simples vts; é hora de promover a ‘nova NBA’? Ou é simplesmente algo já sendo discutido para acontecer mas ainda passa pelos entraves dos homens do poder da mídia de massa do Brasil?

Tudo o que eu sei é o seguinte: agora que eu já vi jogos todos os dias durante uma semana e pude ver muito mais do que já via, eu não estou contente em ter de continuar a caçar canais duvidosos pela internet. Pagaria US$ 3 (ei, o dólar comercial está em R$ 2,02!) por jogo mole. E tenho certeza que vários de vocês também o fariam. E com um sinal garantido como o da nba, seria muito melhor.

Cabelo! abril 21, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in curiosidades, Globo.com.
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O Roby Porto soltou uma pérola há pouco tempo na transmissão de Chicago Bulls x Miami Heat na Globo.com. No chat do site, alguém reclamou do penteado (ou falta de um penteado) de Porto, que como de costume está com o cabelo desarrumado. A resposta do Roby: “Eu não acredito em pente”, com senso de humor.

Roby, eu também não acredito em pentes não. Já tive cabelo até igual ao do Ben Wallace!

O jogo entre Bulls x Heat está bom, equilibrado…