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Top 5 de Jazz x Spurs, jogo 4 maio 29, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in San Antonio Spurs, Utah Jazz, video.
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As 5 melhores jogadas de Jazz 79 x 91 Spurs, ontem à noite

O toco do Carlos Boozer em cima do Tim Duncan foi quase uma “youtubização” ao contrário: em vez de levar uma enterrada na cara, ele pregou o Duncan na tabela! Genial. Depois eu volto com mais comentário sobre o jogo.

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Top 5 do jogo 3 de Jazz x Spurs maio 27, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in San Antonio Spurs, Utah Jazz, video.
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Top 5 de Spurs x Jazz, jogo 2 maio 23, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in finais de conferência, San Antonio Spurs, Utah Jazz, video.
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Por enquanto, o Jazz está decepcionando e muito. Não conseguem defender, seja no garrafão ou no perímetro. Será que o barulho da torcida na EnergySolutions Arena vai ser suficiente para empurrar este time ao empate na série? Espero que sim, pois este confronto está chato demais de ver. Só dá San Antonio. Todo mundo estava reclamando dos playoffs do Leste, mas até agora o único jogo de Detroit x Cleveland, mesmo com a enorme quantidade de arremessos errados, já foi mais empolgante e interessante do que os dois jogos de Spurs x Jazz juntos.

Playoffs 2007 maio 22, 2007

Posted by rbfn04 in Cleveland Cavaliers, Detroit Pistons, finais de conferência, San Antonio Spurs, Utah Jazz.
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Bom, já que eu comecei à expor minhas idéias de basquete com análise dos playoffs vou continuar com a análise das Finais de Conferência:

FINAIS DA CONFERÊNCIA LESTE

CLEVELAND CAVS/DETROIT PISTONS: Hmmm… Vamos ver… o Pistons tem Rasheed Wallace, Rip Hamilton, Chauncey Billups, Tayshaun Prince e Chris Webber, falando só dos titulares. O Cavs vem com LeBron “King” James e… mais alguém? A única ajuda que LBJ23 tem constantemente é a do Larry Hughes e do Zydrunas Ilgauskas e isso não é suficiente. Dá para ver que nos titulares a vantagem do Pistons é grande, grande como o Shaq. E não começa a me falar de Drew Gooden (bom jogador mas, do outro lado vai estar o Sheed).

Claro que o Cavs vai até onde King James leva o time. Agora, será que ele carrega o Cavs por mais uma série? Acho que não. O jogo coletivo do Pistons vai ser demais para King James e sua corte. Detroit leva a série em 6 partidas (isso é o quanto eu acredito no LeBron, acho que ele ganha dois jogos contra um dos melhores times da NBA sozinho).

FINAIS DA CONFERÊNCIA OESTE

UTAH JAZZ/SAN ANTONIO SPURS: A série mais lenta desses playoffs. Dois times que são muito bem organizados pelos seus técnicos, Jerry Sloan do lado do Jazz e Greg Popovich do lado do Spurs. Times que gostam do jogo de meia quadra e não têm presa no ataque. Não vai ser a série mais divertida mas, quem quiser aprender como se joga basquetebol é a série para assistir.Deron Williams, que vai ser All-Star logo e Andrei Kirilenko, o AK-47, que ainda vai ser jogador de defesa do ano, vão tentar carregar o Jazz nas costas contra o Tim Duncan Robot®, Tony Parker, Manu e os Spurs. Não acho que tem como o Jazz ganhar a série, San Antonio tem muito talento e é, desde a temporada passada, mnha aposta para campeão.Acho que a série termina rápido, com o Spurs impondo seu jogo sobre o Jazz. Bola no Tim Duncan Robot®, espera a marcação dupla, passa para fora. Se a amrcação dupla não vier o Tim Duncan Robot® vai para a cesta (engraçado, mais ou menos o que eu achava que o Heat tinha que fazer). Spurs em cinco.

Se eu estiver certo esperem as Finais entre Spurs e Pistons. Dois times com uma dose imensa de talento e que executam seus ataques muito bem. Grandes jogos pela frente.

Top 5 de domingo maio 21, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in San Antonio Spurs, Utah Jazz, video.
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As melhores jogadas de Spurs 108 x 100 Jazz. As três melhores jogadas realmente valem a pena.

Update: O GloboEsporte.com também vai mostrar o jogo 1 de Detroit x Cleveland.

Baron Davis e Jason Richardson jogam hoje maio 15, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Amaré Stoudemire, Baron Davis, Golden State Warriors, Phoenix Suns, San Antonio Spurs, segunda rodada, suspensões, Utah Jazz.
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Foi anunciado agora à tarde que Baron Davis e Jason Richardson não serão suspensos e jogarão a quinta partida da série do Golden State Warriors contra o Utah Jazz hoje à noite. A falta de Davis foi aumentada para flagrante 2, o que significaria expulsão automática se marcada durante o jogo.

Já na série Spurs x Suns, Amaré Stoudemire e Boris Diaw serão suspensos por um jogo e ficam de fora na quarta-feira, enquanto o Robert Horry fica de fora dois jogos. Injustiça com o Suns,  que lutou duro para vencer fora de casa apenas para ficar sem dois de seus jogadores mais importantes na quinta partida, em casa. Se perder, volta para San Antonio precisando de uma vitória para evitar a eliminação. O Suns vai precisar de uma atuação perfeita para superar o Spurs amanhã.

O fim-de-semana dos playoffs maio 14, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Detroit Pistons, Golden State Warriors, Phoenix Suns, San Antonio Spurs, segunda rodada, Técnico do Ano, Utah Jazz, video.
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Bom, primeiramente queria me desculpar por nenhuma atualização ontem… Tive uma febre. Tive de ver o Detroit apanhar do Chicago doente de cama! Que droga, né. Bom, não se você for torcedor do Bulls.

Vamos à análise do que transcorreu nos últimos três jogos dos playoffs:

– O Suns foi abrir a boca pra falar do Spurs, dizendo que era um time sujo… E os árbitros respondem dando total vantagem nas marcações para San Antonio! Foi meio que um “se você vai ficar chamando a atenção do público para nossos erros, vai sofrer” dos árbitros. Bruce Bowen comprovou ser um jogador sujo com sua joelhada em Steve Nash, e o Suns quase caiu na provocação. (o Bowen previu corretamente: “Com toda a controvérsia ao meu redor, isso provavelmente vai parar no YouTube”. Toouché, Bruce:)

Mesmo que os árbitros não dessem a vantagem das marcações para o Tim Duncan em mais da metade dos lances, teria sido difícil mesmo para o Suns derrotar o Spurs. Leandrinho jogou mal e Steve Nash teve um péssimo primeiro tempo. Por todo o segundo tempo, e especialmente quando Nash finalmente começou a acertar seus chutes, eu me lembrava que Phoenix venceu jogos desta maneira a temporada inteira. O problema é que desta vez se tratava de San Antonio: um time veterano, que executa com perfeição nos minutos finais. O Suns pode ter seus altos e baixos contra New Jersey ou Dallas, mas não contra um time disciplinado e experiente como o Spurs. Se quiser vencer hoje, Phoenix precisa ser perfeito.

– A mesma coisa pode ser dita de Chicago em relação a Detroit: para vencer o Pistons, o Bulls precisa ser perfeito, e foi o que aconteceu no domingo. Detroit enfim assumiu sua personalidade de “ligar e desligar o interruptor”. Após um excelente começo de segundo quarto, o time se desligou no final do período e teve muito menos energia e disposição que seu rival. Quando jogou o que sabe, conseguiu reduzir a sete pontos, mas já era tarde. Se vencesse, seria injusto, pois o Bulls foi superior.

A pressão ainda está toda sobre Chicago, mas é bom que o Pistons aprenda agora que ele, também, tem de jogar 100% para derrotar o Bulls. Principalmente agora que o rival acordou para a série.

– Dizer que Utah surpreende não seria verdade. É simples: o Jazz tem a presença de garrafão que o Dallas não tinha, o que é o fator decisivo para derrotar Golden State. Embora os críticos insistam que a NBA está mudando e os pivôs não tenham a mesma importância, está claro que eles ainda causam impacto. O problema é que os analistas não consideram alas-pivôs como pivôs, mas Carlos Boozer, Tim Duncan e Chris Webber são pivôs capazes de jogar como alas. Daí o nome de sua posição!

Muito se fala sobre como Phoenix gosta de arremessar o mais rápido possível; pois Golden State faz o Suns parecer uma tartaruga. Os jogadores passam a bola, atacam a cesta e chutam de qualquer lugar – e quando eu digo qualquer lugar, quer dizer qualquer lugar mesmo. Lembram-se nos games antigos de NBA que a bola pegava fogo? Deve ser assim que eles sentem a bola em suas mãos. Quando as bolas estão caindo, ótimo. Quando elas páram de cair – e jogar neste estilo tem de cansar os braços e as pernas alguma hora -, fica difícil, e foi o que aconteceu ontem no final.

O Jazz está executando perfeitamente seu plano de ação e muito crédito tem de ser dado ao técnico Jerry Sloan; afinal, o time é quase que completamente inexperiente em playoffs, e já conseguiu superar um time forte como Houston em um jogo 7 fora de casa E derrotou o Warriors na arena mais barulhenta dos Estados Unidos. Só demonstra como foi uma injustiça ele não receber finalmente o prêmio de Técnico do Ano, enquanto o receptor do prêmio, Sam Mitchell, assiste à segunda rodada dos playoffs de casa após seu time, terceiro melhor de sua conferência e dono de um dos melhores jovens alas-pivôs da liga, ter sido eliminado por uma equipe que não consegue buscar sequer um rebote ofensivo. Em anos anteriores, o crédito ficou para John Stockton e Karl Malone; qual é a desculpa agora?

Dois jogos de brazucas hoje maio 12, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in chat, Cleveland Cavaliers, Golden State Warriors, New Jersey Nets, segunda rodada, Utah Jazz, video.
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Hoje, às 18 horas de Brasília, o Cleveland Cavaliers do Anderson Varejão enfrenta o New Jersey Nets fora de casa no terceiro jogo da série, com transmissão do globoesporte.com e TV Esporte Interativo, e às 21 horas o Leandrinho e o Phoenix Suns visitam o San Antonio Spurs pro jogo 3, com transmissão da ESPN Internacional. Eu estarei online para chat durante o jogo do Cavs, talvez para o jogo do Suns também.

O Cavs tem dominado o Nets completamente nos rebotes e no garrafão. O que New Jersey vai fazer? Toda a crítica americana está com mania de sugerir agora que, sempre que um time tem dificuldade nessas áreas, que comece a correr com um time mais baixo. Mas quem o Nets vai escalar então? Eddie House? Marcus Williams? Antoine Wright?

Que tal simplesmente cobrar mais de seus pivôs titulares, Jason Collins e Mikki Moore, que não têm sido capazes de buscar nenhuma sobra de arremesso? Na série contra o Toronto Raptors, eles fizeram um trabalho bem melhor em segurar Chris Bosh, que embora fosse estreante em playoffs, tem mais talento e agilidade que ambos Zydrunas Ilgauskas (pelo menos agora que o lituano está envelhecido) e Drew Gooden.

Que tal uma maior dedicação à marcação em zona? O time não consegue parar LeBron James. Isto é parte de seus problemas no garrafão: James é na verdade o melhor jogador de empostação do Cavs, o que é uma característica que o aproxima de Michael Jordan, que freqüentemente superava seus pivôs em capacidade de jogar de costas para a cesta e atacar a tabela (mas prestem atenção, eu não disse que ele é bom como MJ, é só uma característica em comum!!).

O banco do Nets também é muito fraco. Tire Bostjan Nachbar e você não tem quase nada: House é de lua e é péssimo na defesa; Williams, Josh Boone e Hassan Adams são calouros e ainda não estão preparados para carregar o time. A equipe continua muito dependente de Kidd-Carter-Jefferson, e é por isso que dificilmente vai virar esta série. Com Hughes, Pavlovic e James, o Cavs tem um trio capaz de responder no mesmo nível, e vantagem em todas as outras posições.

Mais tarde, falo de Suns x Spurs.

– Ontem o Warriors aproveitou a força da torcida e todos os seus chutes caíram. Foram 15 bolas de três pontos certeiras em 32 arremessos, é sacanagem, né não? Assim até eu.

O Don Nelson reconheceu que, com Al Harrington, o time abre a defesa do Jazz e diminui o impacto de seus pivôs no jogo. Ao mesmo tempo, a vitória de Golden State pode ser creditada à fraca atuação de Deron Williams, que havia sido espetacular nos dois primeiros jogos, e de Derek Fisher, cujo “momento” ganho no segundo jogo não continuou no segundo. Na verdade, Fisher talvez funcionasse melhor como reserva nesta série. Williams vinha cuidando bem de Baron Davis porque ambos têm características parecidas, e Fisher é o mesmo tipo de jogador que eles dois. Sem Monta Ellis no time titular do Warriors, o adversário de Fisher passa a ser Stephen Jackson ou Jason Richardson, ambos mais altos que ele. A arrumação do primeiro jogo, com Gordan Giricek no time titular, ou talvez com Matt Harpring na posição, não diminuiria a velocidade e força do Jazz, ao mesmo tempo que lhes daria um jogador mais alto e forte para marcar esses dois.

A torcida com certeza foi um fator na atuação de Williams, que deve ter sentido a pressão e a dificuldade de comunicação em meio a um oceano de amarelo e um paredão de barulho.

Agora, a enterrada de Davis em Kirilenko, que colocamos aqui no post mais cedo, lembra a de Kevin Johnson em Hakeem Olajuwon nos playoffs de 1995. KJ era muito mais baixo que Davis, Hakeem muito mais alto que Kirilenko, mas ainda se trata de um armador enterrando em cima de um excelente bloqueador, e com um movimento parecido: vindo de um corta-luz na esquerda, com o marcador (Williams) atrasado e dando espaço para a penetração; uma arrancada veloz e a chegada atrasada de Kirilenko, e Davis enterrando com a mão láááááá em cima para não dar chances ao toco. Tá aqui a enterrada do KJ caso vocês não lembrem:

Naquela série, Houston reagiu e venceu, indo até o título. Esperar um título de Utah é demais, mas acho que dá para aguardarmos uma reação do Jazz, que não deve estar nada contente com essa enterrada.

Jazz e Warriors iniciam série como “azarões” maio 7, 2007

Posted by mauricio50 in Golden State Warriors, Utah Jazz.
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Ao contrário da outra semifinal da Conferência Oeste da NBA, entre os favoritíssimos Spurs e Suns, Utah Jazz e Golden State Warriors iniciam nesta segunda-feira uma briga particular contra o status de “azarão” que recai sobre as equipes. Ambos os times eliminaram seus oponentes na primeira rodada do mata-mata da liga norte-americana de basquete atuando sem a vantagem de decidir em casa. O Jazz derrotou o Rockets fora de casa apenas na sétima e última partida, mas o Warriors não ficou atrás, eliminando o super-favorito Dallas Mavericks em seis jogos. Os dois times são incógnitas, pois não existe um favorito devido ao que realizaram na primeira rodada do playoff. O Jazz tem a vantagem de decidir em casa, pois teve melhor campanha na fase regular. Venceu 51 jogos e perdeu 31, contra uma campanha de 42 vitórias e 40 derrotas do Warriors. Teoricamente a vantagem é do Jazz, mas como apostar contra um time que conseguiu eliminar o Mavericks? O Warriors tem como ponto forte o ataque, liderado pelo armador Baron Davis. Já o Jazz tem um estilo mais cauteloso, defensivo. Seus destaques são Carlos Boozer e Mehmet Okur. As duas primeiras partidas serão em Salt Lake City, lar do Jazz. Alguém arrisca um palpite?

E o Utah Jazz fez história… maio 6, 2007

Posted by mauricio50 in Utah Jazz.
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Com a vitória por 103 a 99 sobre o Houston Rockets, o Utah Jazz entrou para um seleto grupo de equipes que conquistaram uma vitória fora de casa na sétima partida de uma série de playoffs da NBA. Considerando apenas os 20 últimos anos de disputa da liga norte-americana de basquete, o Jazz tornou-se o sétimo time a conseguir a façanha. Até a temporada 2001-2002, quando a primeira rodada dos playoffs ainda era em uma série melhor de cinco jogos, apenas quatro times desde 1987 haviam conseguido o feito. Indiana e Houston, em 1995, New York, em 2000, e Lakers em 2002 avançaram vencendo fora de casa. Depois, quando a liga mudou o formato da série eliminatória da primeira rodada para sete jogos, Indiana e Detroit em 2005, e Dallas, em 2006 foram as outras equipes que conquistaram sua classificação na “estrada”.