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Vídeos do jogo 4 e da premiação junho 15, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in video.
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O Top 5 de Spurs 83 x 82 Cavs

O Spurs ergue o troféu de campeão

A propósito, que musiquinha brega no fundo desse vídeo da premiação, hein??

Termina 2006/07 na NBA: Spurs campeão junho 15, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Finais, San Antonio Spurs.
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É isso, amigos. O San Antonio Spurs derrotou o Cleveland Cavaliers por 83 a 82 nesta quinta-feira para sagrar-se campeão da NBA pela quarta vez, e o jogo não foi tão parelho quanto o placar indica. Prova disso eram os olhares desolados do banco do Cavs e da torcida de Cleveland durante os 30s finais, quando o time perdia por 7 pontos. Apesar de manter uma diferença baixa por todo o jogo e permitir uma virada rápida no começo do último quarto, San Antonio foi superior desde o começo do jogo – desde o começo da série.

Não há como negar, Cleveland chegou um pouco cedo demais às Finais. Se o sistema da liga não obrigasse a decisão a ser realizada com um representante da Conferência Leste, a maior probabilidade é que teríamos uma final entre dois times do Oeste. Isso não tira os méritos do Cavs em ter dominado os playoffs do Leste, superado um difícil obstáculo no Detroit Pistons e ganho uma experiência bastante importante com sua primeira chegada às Finais. É provável que o Cavs venha a dominar o Leste por anos e anos, tenho certeza absoluta que esta não é a última vez que veremos LeBron James e Anderson Varejão – se continuar em Cleveland – na decisão da NBA.

O Cavaliers precisa de um novo auxiliar técnico que mude o ataque, que é muito parado, sem criatividade e velocidade. O treinador Mike Brown precisa expandir seus horizontes e permitir mais jogo de transição ao seu time. Os melhores momentos do Cavs nesta série foram exatamente quando a equipe saiu em contra-ataque. O gerente geral Danny Ferry também precisa mover algumas peças para reforçar este elenco e ajudar um pouco LeBron no ataque.

Quanto ao Spurs, não há palavras. Foi um título merecido e justo, mesmo que algumas pessoas coloquem um asterisco por causa da suspensão de Stoudemire e Diaw na série contra o Phoenix Suns. O que importa é que a equipe marchou com facilidade por toda a pós-temporada, mostrou a profundidade de talentos e estilos que se esperava dela desde o ano passado, quando contratou Michael Finley, e provou ser a franquia dominante da NBA desta década.

Gregg Popovich tem de ser considerado um dos técnicos mais brilhantes da liga pela forma como gerenciou o time nestes playoffs – olhando em retrospecto, sua idéia de absorver uma multa ao poupar os jogadores de um dia de treinos e entrevistas, para que pudessem descansar, foi talvez o ajuste mais importante de toda essa campanha. Quantos técnicos neste mundo colocariam um jogador que produz 20 pontos por jogo no banco e deixariam o jogador que marca 9 em média como titular? A mudança fez Finley jogar melhor, pois ele claramente não conseguia entrar frio saído do banco no meio de um jogo, preservou um pouco as pernas de Ginóbili, que passou a temporada passada inteira lidando com contusões e desta vez foi bem mais durável, e ainda reforçou a segunda unidade. Tanto se fala sobre qual é o melhor time titular da NBA, mas o Spurs tinha um dos melhores times titulares e, disparado, o melhor time reserva, com Ginóbili, Horry e os úteis Vaughn, Barry e Elson.

E por que ele foi capaz de fazer isto? Porque Tony Parker está no auge, jogando seu melhor basquete, e agora é capaz de chutar de dentro e de fora, e exige tanto a bola nas mãos que fica difícil dividir os toques entre ele, Duncan e Ginóbili quando estão juntos em quadra. Os três só ficam juntos nos momentos mais importantes dos jogos, mas a dobradinha Parker-Duncan já é suficiente para dominar a maior parte dos adversários. Uma versão menos espetacular de Kobe-Shaq.

Bom, é isso. Pela manhã teremos mais vídeo dos melhores momentos do jogo, mais fotos e devo fazer uma coluna no site ou um post aqui sobre minhas impressões da temporada. Por enquanto, agradeço a todos que vêm acessando o blog por todos os playoffs e o site por todo o ano. Um abraço!

Imagens do jogo 3 das Finais junho 13, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais, fotos.
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Os únicos dois torcedores que saíram felizes do Q ontem.

Um sortudo com as Cavalier Girls.

Esse daí não é sortudo, é bom de lábia! Olha a loura dele, podia ser cheerleader também!!

Rapaz, um dos ZZ Top até pintou a barba pra torcer pelo Cavs!

Ahmad Rashad, da NBA TV, com dois dos melhores pivôs da história, Patrick Ewing e Bill Russell, e o futuro da posição, Greg Oden

O melhor momento do jogo: Ben Harper tocando o hino nacional americano. Por que a NBA não mostra mais os caras tocando o hino antes do jogo, nem as atrações do intervalo? Eu lembro que na final Detroit x L.A. Lakers de 2004, eles mostraram em todos os jogos. Teve o Stevie Wonder, e se não me engano até o Kid Rock e o Eminem! Po, Ben Harper é irado…

Outro excelente momento do jogo: quando as cheerleaders entravam em quadra… No próximo “Dance Bracket” da NBA.com, vou votar mais nelas, elas realmente são gatíssimas

O cara saltou do topo da escada e enterrou! Ele podia ganhar uma vaguinha no time do Cavs hein…

Varejão tenta a bandeja no final do jogo, na jogada em que LeBron desistiu de arremessar e passou para o brazuca… Definição nos momentos finais de um jogo não é o que o Anderson faz, infelizmente, temos de admitir. LeBron disse que esperava receber a bola de volta do capixaba, mas como se ele não se movimentou para receber o passe?

Duncan: “…Aí, o português disse, ‘É que não havia visto aquele poste ali!'”

Rapaz, essa torcida de Cleveland está muito boa. Acho que na próxima viagem que eu fizer vou dar uma passadinha lá…

“Aí, Mike, quando você trabalhava com a gente você era mais criativo, hein?”

Top 5 do jogo 3 das Finais junho 13, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais, video.
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Sinceramente? Essa série já acabou junho 13, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Finais, LeBron James, San Antonio Spurs.
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Eu gostaria de acreditar que o Cleveland Cavaliers ainda tem alguma chance de vencer estas Finais da NBA, mas a verdade é que, depois desta derrota por 75 a 72 no terceiro jogo da decisão, o time praticamente entregou de uma vez o tetracampeonato ao San Antonio Spurs. O Cavs ainda pode adiar um pouco seu destino, como por exemplo o Seattle SuperSonics fez em 1996 quando venceu seus dois últimos jogos em casa e forçou um jogo 6 com o Chicago Bulls na casa do adversário, aonde o rubro-negro enfim confirmou seu próprio tetra. Mas vencer quatro jogos seguidos? Não vai acontecer.

Os esperançosos torcedores do time do Anderson Varejão vão provavelmente argumentar que o time esteve a apenas uma cesta do empate hoje, e que o time foi roubado porque LeBron James sofreu falta não marcada no último lance. Mas ignoram que para aquele lance, o Cavaliers foi beneficiado em todas as outras jogadas duvidosas da partida, com inúmeras marcações invertidas por toda sua duração. É verdade, o Spurs tem tido a ajuda da arbitragem por toda a pós-temporada, mas hoje eles poderiam argumentar que foram roubados bem mais que seu rival.

Quer um sinal mais claro que o Cavaliers não tem condições de competir com o Spurs do que o jogo de hoje? Cleveland executou exatamente o que precisava para competir com o Alvinegro texano: parar o trio Parker-Duncan-Ginóbili, contra-atacar com mais velocidade e buscar rebotes ofensivos. E assim mesmo, perdeu o jogo. Por que? Porque San Antonio tem elenco. Cleveland, não. Para vencer o Spurs, o Cavaliers precisa que LeBron jogue da forma que jogou no quarto período por todo o jogo. Infelizmente para eles – e para todos nós, que queríamos muito ver uma final digna e mais atuações primorosas como a do jogo 5 contra Detroit – não só o Spurs faz uma boa marcação, como James parece retraído. Não dá para entender o que se passa na cabeça do garoto.

No início do segundo quarto, LeBron roubou uma bola no meio da quadra e arrancou com tudo à cesta, deixando todo o time do Spurs para trás. O armador reserva Jacque Vaughn só conseguiu impedir a cesta porque se agarrou desesperadamente ao braço de James e ainda meio que deu um tropeção nele – e LeBron continuou indo. O juiz deu falta flagrante. Foi mais uma prova clara que, se ele quisesse, BronBron poderia simplesmente passar por cima da marcação.

Aí, você passa direto para um outro lance, senão me engano também no segundo período, em que o LeBron recebeu a bola no poste baixo direito, de costas para a cesta, marcado pelo Tony Parker. O Parker é um anãozinho magrelo perto do “Rei James”. Em vez de passar por cima e mandar uma de suas enterradas gigantescas para empolgar a galera, ele deu um giro curto e tentou uma bandeja que foi muito curta. Qual foi, James???

Olha, eu não estou dizendo que ele é “uma farsa”, “um fracasso” nem nada disso. É a primeira final do garoto, que só tem 22 anos. Eu só estou apontando que neste jogo ele fez umas decisões medrosas e, como já fez em outros playoffs, ainda tem que aprender a dominar neste estágio também. Pelo que vimos dele na pós-temporada até agora, dá para acreditar que ele pode dominar a NBA sozinho pela próxima década, a la Michael Jordan mesmo. Mas este ano, está difícil. A não ser que ele produza outro “48 Special” e jogue tudo o que sabe, o Cavs não vai durar nem mais um jogo.

Agora, o jogo hoje foi emocionante, mas também foi bem ruinzinho, hein? Se eu não estivesse cumprindo meu dever, teria trocado de canal. Já fui advogado de jogos defensivos – alô, torcedor do Pistons – mas uma coisa é você ver um jogo em que há muitos tocos e roubos de bola, e outra coisa é você ver o Sasha Pavlovic – que jogou bem – errar uma bandeja em contra-ataque, e depois o Brent Barry dar um passe na altura do Tim Duncan, só que para o Tony Parker, em outro contra-ataque. E outra coisa ainda pior é ver o Cavs errar chute de 3 atrás de chute de 3, todos livres. O Sasha acabou marcando as duas cestas de 3 do time no último quarto, mas eu queria ver quantos arremessos ele errou de lá nos playoff… Entre a final do Leste e as Finais, o aproveitamento dele tem sido péssimo.

E o Boobie Gibson, coitado… Gastou muita energia defendendo o Parker, acabou jogando mal do outro lado. É outra coisa ter que atacar a primeira unidade do Spurs, que se ajustou bem para fechar não só as penetrações de LeBron, mas as suas também. Agora as pessoas têm de dar crédito ao Mike Brown também por entender que o Gibson causava mais impacto saindo do banco do que como titular… Nesta temporada. Se no ano que vem o Gibson não for titular desde o começo, aí já vai ser “teimosia”.

LeBron rabiscado junho 12, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, curiosidades, Finais, LeBron James, TV.
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No TrueHoop, um dos blogs que mais usamos como fonte no BasketBrasil, o Henry Abbott divulgou este vídeo de um artista de Cleveland que usa o etch-a-sketch (eu não lembro o nome desse brinquedo em português, mas como os anos 80 viraram moda, aposto que metade de vocês sabe), criando uma imagem do LeBron James só usando esse brinquedinho. O resultado é incrível.

Vou te dizer, esse videozinho me deixou mais empolgado pra esse jogo 3 de hoje à noite do que qualquer coisa que o Cavs fez até agora. O carinha bem podia fazer um rabisco desses do Anderson Varejão também, né?

Da mesma fonte, informo que o LeBron entrou em quadra três horas antes do início do jogo – ou seja, mais ou menos uma hora e meia atrás – sozinho pra praticar seu arremesso, meio como fez antes do jogo 3 contra o Detroit Pistons nas finais do Leste. Será que teremos uma repetição daquele jogo? A propósito, o Larry Hughes está sentindo muita dor no pé e pode ser que as preces dos torcedores do Cavs finalmente sejam atendidas e Daniel “Boobie” Gibson seja o titular hoje.

E numa última nota, como esperado, a audiência do jogo 2 caiu ainda mais em relação ao jogo 1, com 5,6 pontos e 10% dos televisores ligados. Hoje deve haver uma boa melhora, mas será que vai ser o suficiente para salvar a média geral da série? Veremos…

Resumo do jogo 2: Spurs 103 x 92 Cavs junho 11, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Finais, San Antonio Spurs, video.
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É bem simples: San Antonio dominou, jogou seu basquete e fez ajustes instantâneos. Cleveland não conseguia acertar nada, e sua falta de criatividade ofensiva foi bem exposta. No final, o Spurs relaxou e o Cavs voltou no jogo, mas o time da casa recuperou o foco e voltou a jogar o suficiente para fechar a partida. Mais ou menos como os primeiros jogos contra o Utah Jazz. Acho que a série vai dar uma melhorada em Cleveland; veremos a partir de terça. Afinal, há dois anos atrás, Detroit também foi massacrado nos dois primeiros jogos em San Antonio e respondeu na mesma moeda nos dois jogos seguintes, e a série esquentou nos três jogos finais. Veremos se LeBron, Varejão e sua turma são capazes disso.

Por enquanto, fique com o vídeo “All Access” da NBA, com o resumo do jogo:

Mais audiência ruim hoje junho 10, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais, TV.
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Eu posso garantir uma coisa sobre o jogo 2 das Finais de hoje à noite: a audiência televisiva nos Estados Unidos será novamente ruim, talvez até pior que a do primeiro jogo. O motivo: hoje é o último episódio do seriado “The Sopranos” (aqui é chamada de “Família Soprano” e passa na HBO), um dos mais populares dos EUA e do mundo, e a série começa na mesma hora da partida. Vários jogadores e cronistas já admitiram estarem chateados de não poderem assistir ao episódio por causa do jogo; se eles se sentem assim, que dirá o telespectador comum americano? Sei não, a NBA podia ter remarcado o jogo para outro dia ou horário… De qualquer forma, é patético: a maior liga de basquete do mundo agora é segundo lugar até para uma série de TV a cabo.

Sinal preocupante para a NBA junho 9, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais, LeBron James, Tim Duncan, TV.
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Eu apurei, escrevi e publiquei a matéria sobre essas Finais entre Cleveland e San Antonio serem boas para a televisão americana, mas a evidência foi contrária: o primeiro jogo das Finais foi o de pior audiência de todos os primeiros jogos de Finais da NBA em horário nobre nos Estados Unidos.

Há muitas desculpas que podem ser dadas. Uma, a ABC, canal que transmite a decisão lá, não deve ter feito um bom trabalho na divulgação da partida; já aconteceu antes, com a emissora passando mais comerciais de outros esportes como Nascar no horário nobre do que de decisões anteriores da NBA. Outra é que San Antonio é um mercado pequeno da NBA, e Cleveland também não é dos maiores mercados dos Estados Unidos. Além disso, o jogo foi chato, amarrado, como eu sabia que seria. Quem esperava que fosse ser mais aberto que um Detroit x San Antonio claramente não viu o Cavs jogar durante este ano: um time que se fecha atrás e raramente sai em velocidade para o contra-ataque, sempre controlando minuciosamente sua posse de bola.

Mas não importam as desculpas. Apesar de tudo isso, a mera presença de superastros como LeBron James e Tim Duncan já deveria ser o suficiente para garantir uma boa audiência, e claramente não é mais. O interesse americano pode aumentar com o decorrer da série, mas o fato de o primeiro jogo de Finais da carreira de LeBron atrair apenas 11% dos telespectadores americanos indica que 1- A NBA realmente está em plena decadência no interesse dos americanos, e 2- James talvez não seja o megaastro que se apregoa por aí. Afinal, mesmo a final entre Miami Heat e Dallas Mavericks do ano passado, com alguns superastros, seria considerada um pouco menos intrigante do que a de agora, que coloca dois ícones da NBA (James e Duncan) em oposição, e mesmo assim ela teve uma audiência levemente superior.

Conforme os dados que coloquei na matéria sobre as audiências (minha fonte foi a Wikipédia), entre 1982 e 2002, nenhuma final da NBA teve menos de 10 pontos de audiência de média, e se você analisar só a década de 90 – que teve suas finais entre mercados fracos em 90, com Detroit x Portland, e 95, com Houston x Orlando – nenhuma foi inferior a 12 pontos – descontando Spurs x Knicks em 99, um 11,3 que tem de levar em consideração o desinteresse criado com a greve dos jogadores que durou quase meia temporada.

Talvez tenha a ver com as personalidades de Duncan e James. Duncan já é conhecido por sua falta de expressão, seu rosto quase imutável (já apelidado pelo Rubens de “Robot”). James é um jogador que faz coisas extraordinárias em quadra e possui uma capacidade atlética incomum, mas é difícil de se identificar com ele. Um garoto que desde os 16 anos de idade já era bajulado por todas as autoridades do basquete do mundo, que raramente teve de superar grandes obstáculos e dúvidas, que desde cedo recebeu muita atenção da mídia e contratos multimilionários de patrocínio. Ele se porta como já se fosse um ícone global (ele mesmo disse que era isso em uma entrevista durante esta temporada), mas tudo o que diz e faz parece ser treinado. Sua emoção em quadra às vezes parece um pouco artificial – aquelas caras de mau que ele faz após algumas enterradas e boas jogadas – e seu senso de humor também não é lá dos melhores.

Dwyane Wade tem o sorriso e teve de passar por várias provações (veio de uma universidade relativamente pequena, caiu para quinto no draft, ficou à sombra de James e Anthony); Carmelo Anthony, com todas as suas falhas e ligação ao gueto e às ruas, parece um pouco mais real e humano; Shaquille O’Neal sempre foi bajulado e é um sujeito enorme, mas seu senso de humor sempre conquistou a torcida; Kobe Bryant é tão polêmico e genuinamente competitivo que atrai a atenção; Michael Jordan também tinha aquele ímpeto competitivo maníaco, falava sujo, tinha o senso de humor e o sorriso e passou por várias provações (ser cortado do time de colegial, ser passado no draft por Hakeem Olajuwon e Sam Bowie). Talvez falte a James ainda uma capacidade de cativar o espectador além de seu basquete. Não sei, estou teorizando.

A liga vem tentando passar a imagem de que estamos numa nova era de ouro, com novos megaastros e maior competitividade, mas aparentemente, é uma ilusão. O apelo de suas estrelas parece ter diminuído consideravelmente nos EUA e a NBA é mais assistida fora de seu próprio país do que nele. Será? É algo a se pensar, a não ser que a audiência dê um salto e demonstre que realmente ainda existe esse mega-interesse.

Top 5 do jogo 1 das Finais junho 9, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais, video.
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Veja a jogada número 3: o toco do LeBron James foi claramente na descendente…

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