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Pick-and-Roll, sexta-feira maio 18, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Pick-and-Roll.
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Bom, estou começando um novo segmento diário do blog agora chamado “Pick-and-Roll”. No que consiste? Diariamente, eu vou escolher (“pick”) um assunto e vou falar aqui dele. O “roll” fica por conta de vocês: vou deixar uma pergunta em torno desse assunto e passar a bola para vocês, enquanto vocês “rolam” nos comentários e dão suas opiniões. Vamos ver no que isso dá.

Pick: a vitória do Pistons sobre o Bulls, ontem à noite, por 95 a 85

Detroit ajustou sua marcação ao pick-and-roll do Bulls, fazendo mais “traps” (armadilhas, quando dois jogadores cercam o adversário) na saída dessas jogadas para impedir que o armador cortasse em direção ao garrafão. Essa foi a principal chave para a vitória ontem, pois fechou os caminhos para Kirk Hinrich penetrar e dificultou os arremessos de perímetro, grande forte do Bulls. Chicago conseguiu ficar à frente no primeiro tempo porque P.J. Brown estava bem e marcou 20 pontos, mas foi só a defesa do Pistons passar a ser mais ativa no garrafão que Brown foi anulado.

Roll: O Bulls teve a chance de trocar por Pau Gasol no meio do ano, que lhe daria a força no garrafão que precisava para um jogo como este, e não o fez, porque não queria se desfazer do Luol Deng, que foi o melhor e mais consistente do time por todo os playoffs. Se fossem vocês, teriam se desfeito de Deng por Gasol? E o Bulls teria derrotado o Pistons se, em vez de Deng e P.J, tivesse por exemplo Gasol e Nocioni entre seus titulares?

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Top 5 do jogo 6 de Bulls x Pistons maio 18, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Detroit Pistons, video.
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Em dias que tem só um jogo, a NBA TV só faz um Top 5. Então, lá vai o Top 5!

Só pra mostrar mais uma vez que jogadas bonitas nem sempre ganha títulos…

O fim-de-semana dos playoffs maio 14, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Detroit Pistons, Golden State Warriors, Phoenix Suns, San Antonio Spurs, segunda rodada, Técnico do Ano, Utah Jazz, video.
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Bom, primeiramente queria me desculpar por nenhuma atualização ontem… Tive uma febre. Tive de ver o Detroit apanhar do Chicago doente de cama! Que droga, né. Bom, não se você for torcedor do Bulls.

Vamos à análise do que transcorreu nos últimos três jogos dos playoffs:

– O Suns foi abrir a boca pra falar do Spurs, dizendo que era um time sujo… E os árbitros respondem dando total vantagem nas marcações para San Antonio! Foi meio que um “se você vai ficar chamando a atenção do público para nossos erros, vai sofrer” dos árbitros. Bruce Bowen comprovou ser um jogador sujo com sua joelhada em Steve Nash, e o Suns quase caiu na provocação. (o Bowen previu corretamente: “Com toda a controvérsia ao meu redor, isso provavelmente vai parar no YouTube”. Toouché, Bruce:)

Mesmo que os árbitros não dessem a vantagem das marcações para o Tim Duncan em mais da metade dos lances, teria sido difícil mesmo para o Suns derrotar o Spurs. Leandrinho jogou mal e Steve Nash teve um péssimo primeiro tempo. Por todo o segundo tempo, e especialmente quando Nash finalmente começou a acertar seus chutes, eu me lembrava que Phoenix venceu jogos desta maneira a temporada inteira. O problema é que desta vez se tratava de San Antonio: um time veterano, que executa com perfeição nos minutos finais. O Suns pode ter seus altos e baixos contra New Jersey ou Dallas, mas não contra um time disciplinado e experiente como o Spurs. Se quiser vencer hoje, Phoenix precisa ser perfeito.

– A mesma coisa pode ser dita de Chicago em relação a Detroit: para vencer o Pistons, o Bulls precisa ser perfeito, e foi o que aconteceu no domingo. Detroit enfim assumiu sua personalidade de “ligar e desligar o interruptor”. Após um excelente começo de segundo quarto, o time se desligou no final do período e teve muito menos energia e disposição que seu rival. Quando jogou o que sabe, conseguiu reduzir a sete pontos, mas já era tarde. Se vencesse, seria injusto, pois o Bulls foi superior.

A pressão ainda está toda sobre Chicago, mas é bom que o Pistons aprenda agora que ele, também, tem de jogar 100% para derrotar o Bulls. Principalmente agora que o rival acordou para a série.

– Dizer que Utah surpreende não seria verdade. É simples: o Jazz tem a presença de garrafão que o Dallas não tinha, o que é o fator decisivo para derrotar Golden State. Embora os críticos insistam que a NBA está mudando e os pivôs não tenham a mesma importância, está claro que eles ainda causam impacto. O problema é que os analistas não consideram alas-pivôs como pivôs, mas Carlos Boozer, Tim Duncan e Chris Webber são pivôs capazes de jogar como alas. Daí o nome de sua posição!

Muito se fala sobre como Phoenix gosta de arremessar o mais rápido possível; pois Golden State faz o Suns parecer uma tartaruga. Os jogadores passam a bola, atacam a cesta e chutam de qualquer lugar – e quando eu digo qualquer lugar, quer dizer qualquer lugar mesmo. Lembram-se nos games antigos de NBA que a bola pegava fogo? Deve ser assim que eles sentem a bola em suas mãos. Quando as bolas estão caindo, ótimo. Quando elas páram de cair – e jogar neste estilo tem de cansar os braços e as pernas alguma hora -, fica difícil, e foi o que aconteceu ontem no final.

O Jazz está executando perfeitamente seu plano de ação e muito crédito tem de ser dado ao técnico Jerry Sloan; afinal, o time é quase que completamente inexperiente em playoffs, e já conseguiu superar um time forte como Houston em um jogo 7 fora de casa E derrotou o Warriors na arena mais barulhenta dos Estados Unidos. Só demonstra como foi uma injustiça ele não receber finalmente o prêmio de Técnico do Ano, enquanto o receptor do prêmio, Sam Mitchell, assiste à segunda rodada dos playoffs de casa após seu time, terceiro melhor de sua conferência e dono de um dos melhores jovens alas-pivôs da liga, ter sido eliminado por uma equipe que não consegue buscar sequer um rebote ofensivo. Em anos anteriores, o crédito ficou para John Stockton e Karl Malone; qual é a desculpa agora?

Pistons 108, Bulls 87 maio 8, 2007

Posted by mauricio50 in Chicago Bulls, Detroit Pistons.
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O Detroit Pistons soube aproveitar o fator casa e acabou de derrotar novamente com facilidade o Chicago Bulls, desta vez por 108 a 87. Agora o Pistons lidera a série por 2 a 0, e com mais duas vitórias avança pela quinta vez consecutiva para as finais da Conferência Leste da NBA, a liga norte-americana de basquete. Assim como na primeira partida, o Bulls não ofereceu resistência e o Pistons venceu com certa facilidade. Nas duas partidas, o time conseguiu vencer por uma diferença superior a 20 pontos. O destaque do time foi o ala Tayshaun Prince, com 25 pontos e sete rebotes. O armador Richard Hamilton fez mais 24 e apanhou nove rebotes, seguido do pivô Chris Webber, que terminou com 22 pontos e capturou sete rebotes. O cestinha do Bulls foi o reserva Tyrus Thomas, com 18 pontos. Luol Deng terminou com 16 pontos.

O jogo foi decidido praticamente ainda no primeiro quarto, vencido pelo Pistons por 34 a 18. No intervalo, a vantagem era de 15 (58 a 43). A forte defesa foi a chave da vitória do Pistons. Sufocaram o Bulls, que teve apenas 34% de acerto nos arremessos, e apanharam apenas 30 rebotes. Detroit converteu 53% dos tiros de quadra e apanhou 51 rebotes. O Pistons continua invicto nos playoffs da NBA, venceu as seis partidas que jogou até o momento (quatro delas contra o Orlando Magic).

Agora a série vai para a cidade de Chicago, local onde acontecerão as duas próximas partidas.

Pistons tenta se manter invicto nos playoffs maio 7, 2007

Posted by mauricio50 in Chicago Bulls, Detroit Pistons.
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O Detroit Pistons recebe novamente em casa o Chicago Bulls nesta segunda-feira, pela segunda partida entre os times válida pela semifinal da Conferência Leste da NBA. No primeiro jogo, vitória fácil do Pistons por 95 a 69. A equipe de Detroit ainda não foi derrotada nos playoffs, eliminou o Orlando Magic por 4 a 0 e, caso derrote novamente o Bulls, abre 2 a 0 na série e mantém sua invencibilidade. Até aqui, o Pistons (líder geral do leste na temporada regular) parece não ter tido um teste realmente verdadeiro na fase final da liga. A série contra o Magic foi tranquila para o time, e esperava-se que o Bulls fosse um desafio mais duro, mas no primeiro jogo nada deu certo para Chicago. O Bulls também avançou de fase com um 4 a 0, eliminou o atual campeão Miami Heat. Mas no primeiro jogo contra o Pistons, o time falhou muito no último quarto e acabou derrotado. O ataque balanceado do Detroit, onde todos os cinco titulares mantém pelo menos 10 pontos por jogo de média nos playoffs, é o ponto forte do time. Caso elimine o Bulls, chegará pela quinta vez consecutiva à final da Conferência Leste. O Bulls aposta em Luol Deng e em Ben Gordon, ambos com média superior a 20 pontos por jogo nos playoffs. Ainda existe o “fator” Ben Wallace: ex-ídolo em Detroit, trocou o Pistons pelo Bulls no início da temporada. Quem leva essa?

Zebra! maio 4, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Dallas Mavericks, Detroit Pistons, Golden State Warriors, Houston Rockets, Phoenix Suns, primeira rodada, San Antonio Spurs, Utah Jazz.
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Confirmado: Dallas Mavericks eliminado dos playoffs pelo Golden State Warriors. Embora o Warriors tenha dominado o time por toda a temporada, um time que venceu 42 jogos e chega aos playoffs pela primeira vez em 13 anos contra um time que ganhou 67 e acabou de ser vice-campeão da NBA tem que ser considerado uma GRANDE zebra. O Warriors está de parabéns, e tenho certeza que já se tornou o time de opção de todos os torcedores já-eliminados do campeonato. Quer dizer, exceto pelos torcedores do Mavs.

O mais interessante é que isso muda toda a dinâmica destes playoffs do Oeste. Quem quer que saia do confronto Rockets x Jazz (empatado em 3 a 3 após a vitória do Utah por 94 a 82 em casa hoje) terá vantagem no mando de quadra, mas terá de ser capaz de fazer o que Dallas não conseguiu: parar o jogo de transição e forçar a superioridade de seus pivôs. Aparentemente, Houston é melhor equipado para isso, enquanto o Jazz correria um pouco mais. Mehmet Okur não joga no interior o suficiente para punir a diferença de altura do Warriors e seria vítima fácil do atletismo de Al Harrington na linha de três – por outro lado, ele tira Andris Biedrins do garrafão e permitiria mais espaço para Carlos Boozer.

Para Spurs e Suns, também muda tudo. San Antonio agora tem o prospecto de ter de enfrentar três times velozes em seguida. Sua experiência e força podem ser suficientes para segurar Nuggets e Suns, mas quando chegar a vez do Warriors – bem mais físico e agressivo que os outros dois na defesa – será que eles agüentam ou o cansaço vai ter tomado conta? Por outro lado, Golden State não tem resposta para Tim Duncan. Caso o adversário seja o Rockets, o jogo já ganha mais as características que o Spurs gosta e a classificação às finais pode ficar mais fácil. Com o Jazz, a situação já muda: Duncan pode marcar Boozer dentro, mas Deron Williams pode correr com Tony Parker e postá-lo no ataque, enquanto Okur provavelmente se esbanjaria com a relutância de Francisco Elson e Fabrício Oberto de saírem do garrafão para marcá-lo. Se Williams for marcado por Bruce Bowen, o Jazz ainda tem Derek Fisher, e tenho certeza que o Spurs lembra-se bem dele de uma certa cesta com 0,4s por jogar em 2004…
O Suns, após dominar o Lakers, terá um desafio enorme pela frente contra San Antonio, e Houston seria um adversário difícil, mas que o time tem como parar: Amaré Stoudemire consegue incomodar Yao Ming de ambos os lados da quadra e Shawn Marion e Raja Bell formariam a dupla responsável por segurar Tracy McGrady. Os outros dois concorrentes seriam caídos do céu: Phoenix impõe seu estilo de jogo veloz contra Utah, e o Warriors não corre mais que o Suns. Esse, aliás, seria o confronto entre o maior divulgador do estilo “equipe baixa com velocidade”, Don Nelson, e seu pupilo mais famoso e de maior sucesso, Mike D’Antoni. Muito intrigante.

Tudo isso ainda pode afetar as chances do Leste: Com o Mavs, esperava-se batalhas nas semifinais e finais de conferência que cansariam os times do Oeste e dexariam o confronto mais equilibrado. Mas não só o Leste terá suas próprias batalhas (Detroit x Chicago e, caso o Nets avance, Cleveland x New Jersey) quanto a tabela do Oeste parece menos forte agora. Suns e Spurs devem fazer uma série dura, mas quem quer que peguem na final seria decidido mais rápido e com menos drama do que contra Dallas. Ao mesmo tempo, pode sair do Oeste um time mais inexperiente e sem vantagem no mando de quadra como o Warriors e o Jazz, que favoreceria um Detroit e até um Chicago.

Segurem-se companheiros: os playoffs vão ficar ainda melhores agora.

Um adeus humilhante abril 29, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Ben Wallace, Chicago Bulls, Detroit Pistons, Leandrinho, Los Angeles Lakers, Miami Heat, Phoenix Suns, primeira rodada.
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Ser eliminado na primeira rodada dos playoffs já é ruim demais. Ser varrido já é humilhante. Mas a atuação do Miami Heat no último quarto da derrota por 92 a 79 para o Chicago Bulls, que os tirou da disputa pelo bicampeonato, foi patética. A equipe parecia cansada do esforço nos três quartos anteriores e sem resposta nenhuma para a boa defesa e ataque do Bulls. Muitos erros, muitas decisões mal-feitas no ataque. Foram seis desperdícios de posse no período final, cinco em passes errados. Wade acertou seus lances livres desta vez, mas Shaq e Mourning erraram demais – cada um tentou sete e só Alonzo acertou dois.

Nos dois minutos finais, atrás por nove pontos, o time sequer se esforçou. Sequer lutou. Deixou Chicago controlar a bola e gastar o relógio como se a diferença fosse de 20. Vocês são os campeões! Cadê o orgulho, a luta?? Foi ridículo.

É compreensível que o time está exausto da arrancada rumo aos playoffs e Wade está visivelmente abaixo de 100% – ele provavelmente está abaixo de 50%. Mas sair desta forma é triste e diminui o brilho da conquista do ano passado.

Acabou que a varrida do Pistons sobre Orlando não foi só útil – foi extremamente necessária. Detroit vai pegar um time jogando um basquete quase perfeito e embalado, nem um pouco cansado por sua série surpreendentemente curta. Será uma série sem favoritos e talvez a mais intrigante e empolgante dos playoffs. Por um lado, Detroit tem a experiência e a vantagem no mando de quadra. Por outro, Chicago tem a juventude e velocidade e uma atitude destemida. O fiel da balança: Ben Wallace. Qual efeito ele terá nesta série? Será que a emoção de enfrentar seus ex-colegas vai tirá-lo de seu jogo, ou o sentimento de não ter sido valorizado o suficiente por Joe Dumars vai motivá-lo a jogar tão bem quanto contra o Heat? Eu não vou apontar nenhum favorito.

Lakers x Suns rolando já, bastante equilibrado, 43 a 40 para Phoenix no meio do segundo quarto. O Lakers descobriu como parar o Leandrinho, pelo menos até agora, e o brazuca não está sendo um fator na partida até agora, já voltou para o banco.

Miami x Chicago 4 rolando abril 29, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in chat, Chicago Bulls, Miami Heat.
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Miami está ganhando de Chicago por 28 a 23 ao final do primeiro quarto. O Heat parece ter entrado mais disposto hoje, mas o Bulls ainda está na parada.

Estou online já pro chat, mas vou sair do chat às 16h. Volto às 18h.

O melhor time dos playoffs no momento abril 28, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Dallas Mavericks, Golden State Warriors, Miami Heat, New Jersey Nets, primeira rodada, Toronto Raptors.
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Sem dúvida, o time que vem jogando o melhor basquete é o Chicago Bulls. As circunstâncias – pegar logo de cara o atual campeão da NBA – força o time a jogar seu melhor basquete, e ele têm correspondido. Hoje, o Bulls mostrou resistência, reação, sangue frio e versatilidade. Mesmo cometendo o mesmo erro que cometeu por toda a temporada, de começar a driblar demais e perder a bola quando tem uma liderança confortável, Chicago teve calma para sentar, reconhecer o erro e voltar a movimentar a bola pelo ataque.

Eu não acredito que o Miami Heat vá ser varrido no domingo. Não é possível que os atuais campeões sejam eliminados de forma tão humilhante, e Dwyane Wade não vai errar 6 de 10 lances livres em duas partidas seguidas. Mas o time vai precisar de uma atuação completa e imponente para bater o Bulls, e eu não consigo ver Miami vencendo quatro jogos seguidos novamente como nas finais do ano passado. Chicago é bom demais para isso.

Aviso a Detroit: melhor acabar com Orlando de uma vez neste sábado, pois o Bulls pode chegar às semifinais mais cedo do que se esperava.

Em Nova Jérsei, o Nets arrasou o Raptors por 102 a 89, e Jason Kidd fe 16 pontos, 16 rebotes e 19 assistências. Aquela contusão no joelho de que ele reclamava no meio da semana? Nem parece que existiu. Vince Carter também perdeu a timidez e fez 37 pontos. Duvido que Toronto perca o quarto jogo pela mesma margem, mas eles vão ter que melhorar muito para empatar esta série.

Dallas Mavericks e Golden State Warriors já estão jogando em Oakland, e o Warriors já teve 15 pontos de vantagem no segundo quarto. O Mavs melhorou defensivamente e reduziu para 10 pontos, e o jogo está em 56 a 45 no momento.

Jogos 3 em andamento abril 27, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Ben Wallace, Chicago Bulls, Miami Heat, New Jersey Nets, Shaquille O'Neal, Toronto Raptors, Vince Carter.
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O New Jersey Nets está dominando o Toronto Raptors em casa, vencendo por 79 a 68. Eu não estou vendo esse jogo, mas aparentemente o Vince Carter está finalmente mostrando mais agressividade e indo mais ao garrafão. Pelo visto, estava mesmo intimidado contra sua ex-torcida.

Em Miami, o Chicago Bulls fez um belo primeiro quarto e estava vencendo por 29 a 23, mas o Heat virou no segundo quarto e está vencendo por 42 a 37. Uma coisa que estou notando é que o Ben Wallace está extra-motivado para esta série. É como se ele estivesse brigando para provar que o ano passado foi uma aberração na sua carreira; aquela performance na série final da Conferência Leste, com exceção do jogo 5, foi ridícula. Ben está tentando mostrar que foi a mudança do esquema de Flip Saunders que abriu a defesa do Pistons e o deixou mais vulnerável, assim como a contusão que atrapalhou Rasheed Wallace. A arbitragem está ajudando; está marcando todas as faltas que nunca marcam contra Shaquille O’Neal, além de cair no teatro de Wallace (teve uma falta em que ele praticamente se jogou no chão). Mas é inegável que ele está jogando com muito mais vontade.

Nada disso adiantou: o Shaq agora já se adaptou ao jogo dos árbitros e já está jogando bem contra o Wallace.

Em Miami, as estrelas comparecem ao ginásio como em Los Angeles, e hoje a TV já mostrou Scottie Pippen, Gloria Estefan e Dan Marino…

Antes de partir, só quero deixar uma explicação sobre a notícia do Jeffrey Jordan, filho do Michael Jordan. Ele vai para Illinois, mas não é um recruta importante. Ele será “walk-on”, ou seja, um dos alunos universitários que tentam vaga no time de basquete através de testes. Isso significa que ele não está nem garantido entre os reservas da universidade. Alguns podem achar paralelos com a famosa história do Michael não ter entrado no time de sua escola, mas a comparação seria errada, pois MJ era muito mais novo quando foi rejeitado e teve tempo para melhorar. Esperar que Jeffrey seja sombra de seu pai é uma expectativa injusta e irreal. Acho inclusive que ele não vai seguir o caminho de jogador de basquete.