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LeBron rabiscado junho 12, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, curiosidades, Finais, LeBron James, TV.
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No TrueHoop, um dos blogs que mais usamos como fonte no BasketBrasil, o Henry Abbott divulgou este vídeo de um artista de Cleveland que usa o etch-a-sketch (eu não lembro o nome desse brinquedo em português, mas como os anos 80 viraram moda, aposto que metade de vocês sabe), criando uma imagem do LeBron James só usando esse brinquedinho. O resultado é incrível.

Vou te dizer, esse videozinho me deixou mais empolgado pra esse jogo 3 de hoje à noite do que qualquer coisa que o Cavs fez até agora. O carinha bem podia fazer um rabisco desses do Anderson Varejão também, né?

Da mesma fonte, informo que o LeBron entrou em quadra três horas antes do início do jogo – ou seja, mais ou menos uma hora e meia atrás – sozinho pra praticar seu arremesso, meio como fez antes do jogo 3 contra o Detroit Pistons nas finais do Leste. Será que teremos uma repetição daquele jogo? A propósito, o Larry Hughes está sentindo muita dor no pé e pode ser que as preces dos torcedores do Cavs finalmente sejam atendidas e Daniel “Boobie” Gibson seja o titular hoje.

E numa última nota, como esperado, a audiência do jogo 2 caiu ainda mais em relação ao jogo 1, com 5,6 pontos e 10% dos televisores ligados. Hoje deve haver uma boa melhora, mas será que vai ser o suficiente para salvar a média geral da série? Veremos…

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Mais audiência ruim hoje junho 10, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais, TV.
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Eu posso garantir uma coisa sobre o jogo 2 das Finais de hoje à noite: a audiência televisiva nos Estados Unidos será novamente ruim, talvez até pior que a do primeiro jogo. O motivo: hoje é o último episódio do seriado “The Sopranos” (aqui é chamada de “Família Soprano” e passa na HBO), um dos mais populares dos EUA e do mundo, e a série começa na mesma hora da partida. Vários jogadores e cronistas já admitiram estarem chateados de não poderem assistir ao episódio por causa do jogo; se eles se sentem assim, que dirá o telespectador comum americano? Sei não, a NBA podia ter remarcado o jogo para outro dia ou horário… De qualquer forma, é patético: a maior liga de basquete do mundo agora é segundo lugar até para uma série de TV a cabo.

Sinal preocupante para a NBA junho 9, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais, LeBron James, Tim Duncan, TV.
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Eu apurei, escrevi e publiquei a matéria sobre essas Finais entre Cleveland e San Antonio serem boas para a televisão americana, mas a evidência foi contrária: o primeiro jogo das Finais foi o de pior audiência de todos os primeiros jogos de Finais da NBA em horário nobre nos Estados Unidos.

Há muitas desculpas que podem ser dadas. Uma, a ABC, canal que transmite a decisão lá, não deve ter feito um bom trabalho na divulgação da partida; já aconteceu antes, com a emissora passando mais comerciais de outros esportes como Nascar no horário nobre do que de decisões anteriores da NBA. Outra é que San Antonio é um mercado pequeno da NBA, e Cleveland também não é dos maiores mercados dos Estados Unidos. Além disso, o jogo foi chato, amarrado, como eu sabia que seria. Quem esperava que fosse ser mais aberto que um Detroit x San Antonio claramente não viu o Cavs jogar durante este ano: um time que se fecha atrás e raramente sai em velocidade para o contra-ataque, sempre controlando minuciosamente sua posse de bola.

Mas não importam as desculpas. Apesar de tudo isso, a mera presença de superastros como LeBron James e Tim Duncan já deveria ser o suficiente para garantir uma boa audiência, e claramente não é mais. O interesse americano pode aumentar com o decorrer da série, mas o fato de o primeiro jogo de Finais da carreira de LeBron atrair apenas 11% dos telespectadores americanos indica que 1- A NBA realmente está em plena decadência no interesse dos americanos, e 2- James talvez não seja o megaastro que se apregoa por aí. Afinal, mesmo a final entre Miami Heat e Dallas Mavericks do ano passado, com alguns superastros, seria considerada um pouco menos intrigante do que a de agora, que coloca dois ícones da NBA (James e Duncan) em oposição, e mesmo assim ela teve uma audiência levemente superior.

Conforme os dados que coloquei na matéria sobre as audiências (minha fonte foi a Wikipédia), entre 1982 e 2002, nenhuma final da NBA teve menos de 10 pontos de audiência de média, e se você analisar só a década de 90 – que teve suas finais entre mercados fracos em 90, com Detroit x Portland, e 95, com Houston x Orlando – nenhuma foi inferior a 12 pontos – descontando Spurs x Knicks em 99, um 11,3 que tem de levar em consideração o desinteresse criado com a greve dos jogadores que durou quase meia temporada.

Talvez tenha a ver com as personalidades de Duncan e James. Duncan já é conhecido por sua falta de expressão, seu rosto quase imutável (já apelidado pelo Rubens de “Robot”). James é um jogador que faz coisas extraordinárias em quadra e possui uma capacidade atlética incomum, mas é difícil de se identificar com ele. Um garoto que desde os 16 anos de idade já era bajulado por todas as autoridades do basquete do mundo, que raramente teve de superar grandes obstáculos e dúvidas, que desde cedo recebeu muita atenção da mídia e contratos multimilionários de patrocínio. Ele se porta como já se fosse um ícone global (ele mesmo disse que era isso em uma entrevista durante esta temporada), mas tudo o que diz e faz parece ser treinado. Sua emoção em quadra às vezes parece um pouco artificial – aquelas caras de mau que ele faz após algumas enterradas e boas jogadas – e seu senso de humor também não é lá dos melhores.

Dwyane Wade tem o sorriso e teve de passar por várias provações (veio de uma universidade relativamente pequena, caiu para quinto no draft, ficou à sombra de James e Anthony); Carmelo Anthony, com todas as suas falhas e ligação ao gueto e às ruas, parece um pouco mais real e humano; Shaquille O’Neal sempre foi bajulado e é um sujeito enorme, mas seu senso de humor sempre conquistou a torcida; Kobe Bryant é tão polêmico e genuinamente competitivo que atrai a atenção; Michael Jordan também tinha aquele ímpeto competitivo maníaco, falava sujo, tinha o senso de humor e o sorriso e passou por várias provações (ser cortado do time de colegial, ser passado no draft por Hakeem Olajuwon e Sam Bowie). Talvez falte a James ainda uma capacidade de cativar o espectador além de seu basquete. Não sei, estou teorizando.

A liga vem tentando passar a imagem de que estamos numa nova era de ouro, com novos megaastros e maior competitividade, mas aparentemente, é uma ilusão. O apelo de suas estrelas parece ter diminuído consideravelmente nos EUA e a NBA é mais assistida fora de seu próprio país do que nele. Será? É algo a se pensar, a não ser que a audiência dê um salto e demonstre que realmente ainda existe esse mega-interesse.

Final entre Cavs e Spurs deixa TVs americana e brasileira esperançosas junho 6, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Anderson Varejão, Cleveland Cavaliers, Finais, Globo.com, LeBron James, San Antonio Spurs, TV.
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Enquanto o site passa por dificuldades técnicas, estaremos postando nossas matérias aqui. Não deixem de acompanhar…

Nos Estados Unidos, o confronto entre Cleveland Cavaliers e San Antonio Spurs nas Finais da NBA foi considerado um alívio para a emissora de TV aberta ABC, que tem esperanças de ter uma audiência melhor que nas decisões dos últimos anos. Para o Brasil, o alívio pode ser ainda maior, no retorno das Finais à TV a cabo após dois anos ausente.

O pesadelo das emissoras americanas era um novo encontro entre San Antonio Spurs e Detroit Pistons, como em 2005, que apesar de produzirem uma audiência favorável em seu último jogo, com 11,9 pontos no indíce Nielsen (o Ibope americano), terminou com uma média de apenas 8,2 pontos por jogo, a segunda pior desde 1981, quando as partidas não foram exibidas ao vivo. Desde que a ABC começou a transmitir as Finais, em 2003, apenas uma série superou os 10 pontos de média, o confronto entre Los Angeles Lakers – time que mais traz audiência na NBA – e o Pistons em 2004, com 11,5 pontos. O Spurs esteve na final menos assistida da história da liga, em 2003, quando sua vitória sobre o New Jersey Nets teve média de 6,5. Antes de 2002, nenhuma final tinha tido menos de 10 pontos de audiência desde 81.

Após seu terceiro título em 2005, o Spurs se consolidou como um dos times de maior sucesso da liga e hoje o ala-pivô Tim Duncan é considerado um dos maiores vencedores em atividade na NBA, no mesmo nível que o pivô Shaquille O’Neal. Ainda assim, seu estilo de jogo é considerado chato, e o time continua a atrair pouca audiência. Neste ano, seus dois jogos de finais da Conferência Oeste na ABC, contra o Utah Jazz, tiveram apenas 3,1 pontos, uma queda de mais de 40% para o ano passado, quando a emissora transmitiu jogos entre Detroit e Cleveland e Detroit e Miami Heat. Por outro lado, San Antonio esteve nos dois jogos de maior audiência da ABC neste ano, com 3,4 e 3,5 pontos em confrontos com o Phoenix Suns nas semifinais.

O confronto entre Duncan e o astro em ascensão LeBron James, considerado por muitos o “novo Michael Jordan”, está sendo promovido com força para tentar puxar a audiência para cima e é a grande esperança da emissora. O único jogo de playoff do Cavs transmitido pela ABC teve apenas 2,4 pontos, o jogo 1 das semifinais do Leste contra o New Jersey Nets, mas na TV a cabo James foi um sucesso. Os jogos 5 e 6 das finais da conferência, em que o astro marcou 48 pontos no primeiro e liderou a eliminação do Pistons no segundo, estiveram entre as três maiores audiências da semana, e ajudaram a colocar a emissora TNT no topo das emissoras a cabo.

Se James tiver efeito parecido com o de Jordan, a ABC pode comemorar: nenhuma das finais disputadas pelo Chicago Bulls teve média inferior a 14 pontos, e a final de 1998 com o Utah Jazz bateu o recorde da liga com 18,7 pontos. Neste ano, o futebol americano mostrou que uma estrela individual pode ajudar a empurrar a audiência: a primeira aparição em um Superbowl do incensado quarterback Peyton Manning, do Indianapolis Colts, foi considerado o fator principal para que se tornasse a segunda final da NFL mais assistida na história.

No Brasil, não é tanto a estrela de James ou o confronto com Duncan que pode ajudar a audiência, e sim a presença de um jogador do país pela primeira vez na história: o ala-pivô capixaba Anderson Varejão. A identificação com um atleta nacional tem sido a maior força dos jogos da NBA no país, e os números da emissora a cabo ESPN Internacional, principal transmissora dos jogos da liga no Brasil, comprovam.

As quatro melhores audiências da emissora na temporada envolveram jogos com times brasileiros, batendo os 30 mil espectadores por minuto – o que, para TV a cabo, é um número excelente. Melhor ainda é que Spurs e Cavaliers estiveram envolvidos em três desses quatro jogos – um deles foi justamente o encontro de 3 de novembro, vencido pelo Cavaliers em San Antonio por 88 a 81, e que teve 31.040 espectadores em média e um total de quase 265 mil pessoas passando pelo canal durante a transmissão.

“Para as Finais, com toda essa divulgação em cima do Varejão, podemos aguardar um aumento, algo em torno de 50 mil pessoas por minuto. Quem sabe chegar a 350 mil pessoas passando pelo canal”, diz Luciano Silva, editor de basquete da ESPN Brasil, que também cuida da NBA no canal internacional, hoje integrado ao brasileiro.

Na última vez que as Finais passaram na ESPN, em 2004, ainda não havia a integração. Desde então, a emissora não passou as finais por dois anos: em 2005, ficou a cargo do canal FX, na época um canal a la carte em poucas operadoras de cabo, e no ano passado foi exclusividade do site GloboEsporte.com, mas fechado a assinantes de um pacote especial. Nesta temporada, o site abriu a transmissão de seus jogos para todos os assinantes do portal Globo.com, mas por questões contratuais teve de fechar novamente sua transmissão das Finais a quem comprar o pacote especial.

A presença de Varejão não foi o que motivou a criação do pacote, garante o comentarista do site e autor do site Rebote, Rodrigo Alves. “A questão do pacote estava prevista no contrato com a NBA desde o início da temporada. Não anunciamos antes porque a empresa estava tentando encontrar uma forma de mudar o cenário e abrir para os assinantes. Eu e (o narrador) Roby Porto brigamos muito para que isso acontecesse, mas não foi possível mudar o contrato”, explicou Rodrigo, que acha que a transmissão por parte da ESPN Internacional não comprometerá o sucesso do site.

“Eu, particularmente, nunca vi a Globo.com como concorrente da ESPN, e sim como uma alternativa a mais para quem gosta de NBA. É óbvio que a primeira opção de qualquer pessoa é ver um jogo na TV, em vez da tela pequena do computador. Nosso número de espectadores na final certamente não será o mesmo que tivemos até agora, mas já tem gente comprando o pacote. O que pesa a favor da nossa transmissão é a interatividade, com o chat ao vivo durante todo o jogo. A coisa vira literalmente um grande bate-papo enquanto a partida está rolando, fica mais informal”, explica.

Embora não tenha os dados exatos, Rodrigo confirmou que a audiência do site cresceu dos playoffs do ano passado para este, mas atribui a ascensão a mais do que o sucesso dos brazucas: “A transmissão mudou bastante, o estúdio melhorou, a qualidade do vídeo também, a assinatura da NBA neste ano foi estendida a todos os assinantes de banda larga da Globo.com, e ainda tivemos promoções com produtos oficiais da liga em quase todas as transmissões, o que ajuda”.

Luciano, por sua vez, diz que a ESPN focará sua cobertura em cima de Varejão, aproveitando a feliz coincidência de que volta a transmitir as Finais justamente na primeira participação do capixaba. “A primeira entrevista que ele deu foi aqui (na ESPN Brasil). O primeiro título teve transmissão da ESPN Brasil. Acompanhamos o primeiros campeonato pela Seleção Brasileira. Fizemos a despedida dele quando viajou para o Barcelona. Mostramos o título dele na Euroliga. Também fizemos ao vivo o draft do Varejão (o mesmo em que Rafael “Baby” Araújo foi escolhido na loteria pelo Toronto Raptors). Na primeira temporada dele na NBA, fomos até Cleveland e produzimos um especial (que será reprisado ainda nesta quarta, às 19h30min). E agora, vamos mostrar todos os jogos de sua primeira final de NBA”, conta o editor.

Finais de conferência começam hoje maio 20, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in chat, finais de conferência, TV.
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É isso, começam as decisões! Hoje, tem San Antonio Spurs x Utah Jazz ao vivo na ESPN Internacional, às 16h30min. Amanhã, Cleveland x Detroit Pistons a partir das 21h na TV Esporte Interativo. Se você não tiver TV a cabo ou antena UHF, boa sorte! Tente um dos programas de P2P pra ver pela internet (eu cobri esse assunto já neste post).

Vai ser assim: ESPN Internacional mostra todos os jogos do Oeste, Esporte Interativo mostra todos os jogos do Leste. Até o momento, a Globo.com não divulgou nada sobre se vai passar alguma das séries. As finais devem passar na ESPN mesmo.

Estarei online para bate-papo logo após a partida do Spurs x Jazz, se alguém estiver interessado. É só chegar na janelinha de chat na barra lateral do blog e mandar mensagem que eu respondo.

Próximas transmissões na TV maio 11, 2007

Posted by linelson in TV.
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Sábado tem rodada dupla:

18h Cavaliers x Nets na TV Esporte Interativo

21h Suns x Spurs na ESPN Internacional

Na Segunda:

22:30 Suns x Spurs na ESPN Internacional

Por que não o League Pass também no Brasil? maio 8, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Globo.com, TV, video.
1 comment so far

Mais uma vez, estou aqui na frustração tentando conectar algum canal nos p2ps da vida para assistir aos jogos dos playoffs. No fim-de-semana foi tudo tranqüilo, consegui ver os jogos numa boa, mas ontem já vi metade do jogo do Pistons x Bulls e metade do Jazz x Warriors. A outra metade foi em tentativas lentas e fracassadas de conexão.

É curioso mesmo que já estamos nos tornando cada vez mais exigentes; falamos dos “tempos de ouro” da Band mas esquecemos que eram no máximo três a quatro jogos nas melhores semanas, entre Band, ESPN e TNT (entre os que tinham tv por assinatura, claro). Nós estávamos famintos por qualquer coisa a mais que o simples material que a ESPN estava oferecendo. Aí os programas de p2p começaram a aparecer e fomos vendo mais jogos, apareceu o globoesporte.com e há pouco a tv esporte interativo, e as tecnologias ainda melhoraram ainda mais para varmos essas transmissões via internet às vezes sem falhas. E tudo isso nos deixa querendo ainda mais. Agora que vimos como é poder assistir a um jogo todos os dias, queremos mais.

Ao mesmo tempo, a gente sabe que a NBA odeia que seus jogos estejam sendo retransmitidos pela internet sem sua autorização, roubando vários consumidores em potencial de seu NBA League Pass, o pacote que permite a um assinante ver qualquer jogo pela tv a cabo ou pela internet.

Por que então – oh Deus por que – a NBA não contra-ataca lançando o pacote do League Pass para o resto do mundo? Eu acredito que por um tempo a Directv tinha um esquema desse tipo, mas nunca soube bem como funcionava. De qualquer forma, uma iniciativa destas não poderia ajudar a esvaziar os programas de p2p? Nesta semana, a liga anunciou a criação de uma loja virtual de vídeos de jogos completos a US$ 3 cada. Você não pagaria US$ 3 por jogo se tivesse a opção de fazer um pay-per-view no globo.com ou na directv? Cria pacotes para ver todos, não precisa nem ter narração. Faz um pacote para quem só quer ver as transmissões especiais, semanais, com narração em português. Manda um programinha especial também, uma mesa redonda no meio. Tira das opções somente os jogos que terão transmissão pelas tvs, espn e esporte interativo, para não prejudicar sua audiência.

Será que o retorno do basquete e da NBA está tão baixo assim que um acordo desses não tenha aparecido ainda? Será que a liga não vê que esse momento de aceleração de trocas de informação globais é o momento oportuno para aproveitar com mais do que simples vts; é hora de promover a ‘nova NBA’? Ou é simplesmente algo já sendo discutido para acontecer mas ainda passa pelos entraves dos homens do poder da mídia de massa do Brasil?

Tudo o que eu sei é o seguinte: agora que eu já vi jogos todos os dias durante uma semana e pude ver muito mais do que já via, eu não estou contente em ter de continuar a caçar canais duvidosos pela internet. Pagaria US$ 3 (ei, o dólar comercial está em R$ 2,02!) por jogo mole. E tenho certeza que vários de vocês também o fariam. E com um sinal garantido como o da nba, seria muito melhor.