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Pick-and-Roll, sábado maio 19, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Pick-and-Roll, Vince Carter.
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O primeiro “Pick-and-Roll” foi um fracasso, mas eu vou insistir!! Vamos ver o que vocês dizem agora sobre o assunto de hoje.

Pick: Vince Carter marcou 11 pontos, acertando 4 de apenas 11 arremessos, e teve 5 desperdícios de bola na derrota do Nets por 88 a 72 para o Cavs.

Vinsanity tem passe livre a partir de 1º de julho e é considerado o jogador mais cobiçado do mercado. Porém, esta pós-temporada provou mais uma vez que a “Vinsanidade” fica na temporada regular, e que nos playoffs o ala-armador é simplesmente incapaz de jogar seu melhor basquete.

Este jogo 6 foi só mais uma amostra gritante de como Carter se retrai em jogos de playoff. Ele demora para arrancar à cesta. Quando vê a marcação dupla chegar, dá um passo pra trás e ou arremessa desequilibrado, ou passa a bola, freqüentemente nas mãos do adversário. Apesar da ausência de um jogador de garrafão confiável no Nets e de seu bom jogo de costas para a cesta, ele raramente busca posicionamento no garrafão e fica a maior parte do tempo rondando o perímetro. A maior prova de como Carter “amarela” foi o último período, em que Carter estava marcado por Damon Jones – DAMON JONES!! -, um armador baixinho que não está nem na rotação do Cavaliers. Pergunte a qualquer técnico de basquete, e ele te dirá que quando você tem essa vantagem, deve levar a bola ao garrafão. Carter, porém, continuou jogando lá em cima e passando a bola em vez de aproveitar.

Do outro lado, o contraste berrante: LeBron James não se intimidou com a marcação e partiu pra cima, sempre buscando o contato e pelo menos a bandeja. Ele só passou para companheiros quando tinha certeza que eles estavam livres para chutar, e só arremessou de longe quando ou teve muito espaço ou quando o relógio de posse estava esgotando.

Roll: Será que Vince Carter pode mesmo ser a principal opção ofensiva de um time que pretenda ser campeão? E você daria um contrato de 15 milhões de dólares anuais a um cara que foge de sua principal característica exatamente quando você precisa que ele jogue seu melhor basquete?

O show de Carter e Kidd abril 28, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Jason Kidd, New Jersey Nets, Vince Carter.
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Jogos 3 em andamento abril 27, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Ben Wallace, Chicago Bulls, Miami Heat, New Jersey Nets, Shaquille O'Neal, Toronto Raptors, Vince Carter.
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O New Jersey Nets está dominando o Toronto Raptors em casa, vencendo por 79 a 68. Eu não estou vendo esse jogo, mas aparentemente o Vince Carter está finalmente mostrando mais agressividade e indo mais ao garrafão. Pelo visto, estava mesmo intimidado contra sua ex-torcida.

Em Miami, o Chicago Bulls fez um belo primeiro quarto e estava vencendo por 29 a 23, mas o Heat virou no segundo quarto e está vencendo por 42 a 37. Uma coisa que estou notando é que o Ben Wallace está extra-motivado para esta série. É como se ele estivesse brigando para provar que o ano passado foi uma aberração na sua carreira; aquela performance na série final da Conferência Leste, com exceção do jogo 5, foi ridícula. Ben está tentando mostrar que foi a mudança do esquema de Flip Saunders que abriu a defesa do Pistons e o deixou mais vulnerável, assim como a contusão que atrapalhou Rasheed Wallace. A arbitragem está ajudando; está marcando todas as faltas que nunca marcam contra Shaquille O’Neal, além de cair no teatro de Wallace (teve uma falta em que ele praticamente se jogou no chão). Mas é inegável que ele está jogando com muito mais vontade.

Nada disso adiantou: o Shaq agora já se adaptou ao jogo dos árbitros e já está jogando bem contra o Wallace.

Em Miami, as estrelas comparecem ao ginásio como em Los Angeles, e hoje a TV já mostrou Scottie Pippen, Gloria Estefan e Dan Marino…

Antes de partir, só quero deixar uma explicação sobre a notícia do Jeffrey Jordan, filho do Michael Jordan. Ele vai para Illinois, mas não é um recruta importante. Ele será “walk-on”, ou seja, um dos alunos universitários que tentam vaga no time de basquete através de testes. Isso significa que ele não está nem garantido entre os reservas da universidade. Alguns podem achar paralelos com a famosa história do Michael não ter entrado no time de sua escola, mas a comparação seria errada, pois MJ era muito mais novo quando foi rejeitado e teve tempo para melhorar. Esperar que Jeffrey seja sombra de seu pai é uma expectativa injusta e irreal. Acho inclusive que ele não vai seguir o caminho de jogador de basquete.