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O show de LeBron junho 1, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Detroit Pistons, LeBron James.
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O WordPresss não tem cooperado muito conosco, mas vamos tentar postar hoje… Por enquanto, aparentemente está dando certo.

Para quem não viu, este vídeo tem os 29 pontos que LeBron James marcou a partir do último quarto, 29 dos últimos 30 pontos do Cleveland Cavaliers, na vitória sobre o Detroit Pistons por 109 a 107 em dupla prorrogação ontem à noite. Foi uma atuação histórica, incrível. Parece que é pura babação de ovo, mas não é. O cara jogou muito mesmo. Vejam por si próprios:

Se o WordPress cooperar, volto mais tarde com mais comentários sobre isso. Cleveland lidera a série final do Leste por 3 a 2 e pode se classificar às Finais com uma vitória em casa amanhã, às 21h30min.

Imagens do jogo 3 entre Cavs x Pistons maio 28, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Detroit Pistons, finais de conferência, fotos.
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Uma imagem insólita: um gigante como James meditando antes de um jogo. Será que ele aprendeu isso em sua passagem pela Ásia com a seleção americana no ano passado?

Vai dizer que o Varejão não fica bem melhor assim??

Os Air Jordans não foram capazes de salvar o Rip neste domingo…

“Oxalá!” 

“Uau! Que câmera é essa que você tá usando??”

Na NBA, sempre tem esses shows de pirotecnia antes dos jogos. Eu quero ver quando que isso vai dar errado e alguém vai sair com uma queimadura séria…

“Será que eu desliguei o fogão antes de vir pra arena?”

“Aí, Chaunce, a gente não tá jogando nada, aí, bora deixar o Sheed e o Dice tomarem conta do jogo pra nós…”

Que enterrada de LeBron em cima do Rasheed, que nada! É esse o pôster que eu quero no meu quarto…

“Dani, você sabe que é o meu único amor, não sabe? Eu juro que eu não tava olhando pras cheerleaders, elas são só minhas amigas… Fica com ciúme não!!”

“De repente eu devia dar uma ligada pro Larry Brown e pedir umas dicas…”

A verdadeira razão para a derrota do Cavs no jogo 2 maio 25, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Detroit Pistons, finais de conferência, LeBron James, Pick-and-Roll, video.
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Eu vou deixar bem claro, como sempre deixei: sou torcedor do Detroit Pistons e sim, minha visão pode estar sendo afetada por isto. Mas aqui vai minha defesa de como os árbitros estavam certos quanto ao lance final da vitória do Pistons sobre o Cleveland Cavaliers por 79 a 76.

Vejam os momentos finais do jogo neste vídeo:

Como os comentaristas da TNT dizem (pela voz, o narrador deve ser o Marv Albert e os comentaristas são ou o Doug Collins ou o Steve Kerr), o Richard Hamilton tinha posição contra o LeBron James, não saltou, e apenas colocou o braço para cima, não tentou dar uma machadada no ato do arremesso. James força o contato, pulando para a frente e jogando seus braços em direção do Rip para bater em seu braço. Antes, enquanto ele carregava a bola ao garrafão, Rip dá, sim, vários cutucões nos braços de James, mas nenhuma pancada. Eu te pergunto: não é a mesma coisa que o Bruce Bowen faz TODOS OS JOGOS sem que seja marcada falta? Por que haveria de ser agora? Os árbitros foram consistentes. Algo raríssimo na NBA hoje em dia.

Na imprensa americana, estão argumentando que deram uma falta de toque do Dirk Nowitzki em Dwyane Wade no jogo 3 das finais do ano passado que foi muito mais duvidosa que esta. E daí? Como os próprios americanos dizem, dois erros não tornam um certo. É muito curiosa essa imprensa: vive reclamando que os superastros recebem a vantagem nas marcações, mas quando os juízes não dão a falta, reclama também! E se vamos falar de erros da arbitragem, por que o foco apenas nesta falta no final? Que tal o toco limpíssimo de Antonio McDyess em Sasha Pavlovic, em um contra-ataque, em que os juízes marcaram “bola na descendente” quando ela mal tinha saído da mão do sérvio? Que tal a roubada limpa de Chauncey Billups em LeBron no último quarto, em um contra-ataque, que rendeu dois lances livres ao astro?

Aliás, que tal mencionarmos que LeBron não deveria nem estar em quadra no jogo 2, após receber falta flagrante 2 por um lance no jogo 1? Kobe Bryant foi suspenso duas vezes pelo mesmo tipo de lance, e James jogou sem problemas. Isso indica favorecimento – ou perseguição a Bryant.

O lance de Rasheed Wallace com Anderson Varejão – No BasketBrasil, temos a seguinte política: temos de dar destaque aos jogadores brasileiros; afina, o site carrega o nome do país no logo, e o maior interesse de quem acessa a página é pelos jogadores brasileiros que nos representam no basquete internacional. Porém, nosso papel é apenas este: destacar e divulgar, não torcer ou babar ovo, como acontece em muitos veículos da grande imprensa. Por isso, não tenho por que torcer para o Cleveland Cavaliers, e nenhum de vocês é obrigado a isso. É completamente compreensível que um brasileiro torça para os times que têm brasileiros, afinal você se identifica com o jogador por ser de sua nacionalidade, e é claro que o progresso do jogador no cenário internacional é interessante para o basquete nacional. Mas nosso papel não é torcer ou favorecer, é apenas destacar e informar. Dar crédito quando é merecido e criticar quando couber.

Varejão é um dos meus jogadores favoritos, ponto, não apenas entre brasileiros, assim como Tiago Splitter, Leandrinho e Alex. Isto dito, é claro que ele é espalhafatoso demais e força quedas para arrancar faltas ofensivas. No lance em que Rasheed o empurra e recebe a bola para a cesta vitoriosa, não dá para saber se Wallace o empurrou mesmo, porque Varejão se joga com tanta dramaticidade pra trás que denuncia contra ele. Que Wallace tinha seu antebraço no peito de Anderson – e isso provavelmente já valeria a falta em vários lances – não há dúvidas. Que ele empurrou? Não sei. Rasheed é experiente o suficiente para saber que não podia empurrar Varejão naquele momento, mas também é esperto para saber que o brazuca faria um teatro que deixaria os árbitros em dúvida. Então, ele pode mesmo ter empurrado, sabendo que Anderson aumentaria o drama e se jogaria, perdendo o crédito. Fica a lição para Anderson: nessas horas, às vezes a atuação é desnecessária.

O ponto disso tudo é o seguinte: Cleveland não perdeu o jogo nesses dois lances. Perdeu porque não tem frieza nos momentos decisivos (viu a cara de desespero de todo mundo no banco após James errar a cesta? E como Hughes erra aquele arremesso COMPLETAMENTE LIVRE ao pegar o rebote??) e porque não joga terceiros quartos. Só 13 pontos no período? E deixou uma vantagem de 12 pontos no intervalo cair para apenas 3? Como eles querem vencer assim? E mais, encheram o saco do LeBron James pra arremessar mais, ser mais agressivo, etc… Pois achei que ele jogou levemente melhor no primeiro jogo. Foi muito mais ativo nos rebotes, achou os companheiros livres para cestas, e teve um aproveitamento melhor, acreditem – acertou 5 de 15 arremessos; desta vez, foram 7 acertos em 19 chutes, incluindo dois erros em sete lances livres. James continua muito bem marcado, e isso está abrindo muito espaço na linha de 3 pontos, que o Cavs precisa aproveitar bem melhor – acertou pouco mais de 30% ontem.

Bom, é isso. Fica sendo esse o Pick-and-Roll também desta sexta-feira: o que vocês acharam dos dois lances?

Playoffs 2007 maio 22, 2007

Posted by rbfn04 in Cleveland Cavaliers, Detroit Pistons, finais de conferência, San Antonio Spurs, Utah Jazz.
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Bom, já que eu comecei à expor minhas idéias de basquete com análise dos playoffs vou continuar com a análise das Finais de Conferência:

FINAIS DA CONFERÊNCIA LESTE

CLEVELAND CAVS/DETROIT PISTONS: Hmmm… Vamos ver… o Pistons tem Rasheed Wallace, Rip Hamilton, Chauncey Billups, Tayshaun Prince e Chris Webber, falando só dos titulares. O Cavs vem com LeBron “King” James e… mais alguém? A única ajuda que LBJ23 tem constantemente é a do Larry Hughes e do Zydrunas Ilgauskas e isso não é suficiente. Dá para ver que nos titulares a vantagem do Pistons é grande, grande como o Shaq. E não começa a me falar de Drew Gooden (bom jogador mas, do outro lado vai estar o Sheed).

Claro que o Cavs vai até onde King James leva o time. Agora, será que ele carrega o Cavs por mais uma série? Acho que não. O jogo coletivo do Pistons vai ser demais para King James e sua corte. Detroit leva a série em 6 partidas (isso é o quanto eu acredito no LeBron, acho que ele ganha dois jogos contra um dos melhores times da NBA sozinho).

FINAIS DA CONFERÊNCIA OESTE

UTAH JAZZ/SAN ANTONIO SPURS: A série mais lenta desses playoffs. Dois times que são muito bem organizados pelos seus técnicos, Jerry Sloan do lado do Jazz e Greg Popovich do lado do Spurs. Times que gostam do jogo de meia quadra e não têm presa no ataque. Não vai ser a série mais divertida mas, quem quiser aprender como se joga basquetebol é a série para assistir.Deron Williams, que vai ser All-Star logo e Andrei Kirilenko, o AK-47, que ainda vai ser jogador de defesa do ano, vão tentar carregar o Jazz nas costas contra o Tim Duncan Robot®, Tony Parker, Manu e os Spurs. Não acho que tem como o Jazz ganhar a série, San Antonio tem muito talento e é, desde a temporada passada, mnha aposta para campeão.Acho que a série termina rápido, com o Spurs impondo seu jogo sobre o Jazz. Bola no Tim Duncan Robot®, espera a marcação dupla, passa para fora. Se a amrcação dupla não vier o Tim Duncan Robot® vai para a cesta (engraçado, mais ou menos o que eu achava que o Heat tinha que fazer). Spurs em cinco.

Se eu estiver certo esperem as Finais entre Spurs e Pistons. Dois times com uma dose imensa de talento e que executam seus ataques muito bem. Grandes jogos pela frente.

Pick-and-Roll, terça-feira maio 22, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Detroit Pistons, LeBron James, Pick-and-Roll.
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Pick: A jogada final do Cavs na derrota por 79 a 76 para o Pistons ontem à noite.

LeBron James pegou a bola lá em cima, no topo da linha de três, e seus companheiros abriram a quadra para ele. James disparou com a mão esquerda e seu marcador, Tayshaun Prince, fez o máximo para acompanhá-lo, mas parecia batido. Richard Hamilton e Rasheed Wallace vêm para a ajuda, mas nenhum parece ter tempo, elevação ou alcance para bloquear sua bandeja ou enterrada sem cometer falta. Ainda assim, James percebe que o colapso abriu espaço para Donyell Marshall, o especialista em 3 pontos, no canto direito da quadra, e passa a ele. Marshall, com todo o tempo do mundo, chuta, e erra. Chauncey Billups pega o rebote, recebe a falta, faz o lance livre, fim de papo.

A controvérsia é que James deveria ter ido para a cesta e empatado, pois aparentemente mesmo o colapso da defesa seria incapaz de pará-lo – eu já disse aqui e já foi repetido inúmeras vezes por inúmeras fontes que LeBron passa por qualquer um com sua força – e de repente conseguido a falta e o lance livre – embora o Pistons tenha dito após o jogo que tinha instruções básicas de não fazer falta neste lance. Ao mesmo tempo, se Marshall acertasse a cesta de 3, James saíria como um gênio, os 2 seriam comparados a Jordan e Paxson e Wallace seria criticado por deixar Marshall sozinho no canto.

Minha opinião? Não existe uma opção certa nessa jogada. As duas opções eram boas. Marshall tinha acertado 6 cestas de 3 no último jogo, é o especialista na função do time e estava completamente livre. Como disse o técnico Mike Brown, dava tempo de ele sentar, tomar um cafezinho e só depois arremessar. Ao mesmo tempo, como eu disse, mesmo com o colapso da defesa, parecia que a bandeja já era de James, e entre uma jogada de alta porcentagem que empata o jogo e mantém suas chances de vencer contra uma jogada de alto risco que pode te colocar à frente como dar rebote e terminar com a posse nas mãos do rival, acho que a primeira opção talvez fosse melhor – especialmente porque o Cavs é bem mais jovem e entraria com moral numa prorrogação. Veja o vídeo do jogo e analise a jogada.
Roll: Esqueça o que James deveria ou não ter feito. Ele fez o que ele fez, a questão não é se ele está certo ou não. O que VOCÊ teria feito?

Top 5 de Pistons x Cavs, jogo 1 maio 22, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Cleveland Cavaliers, Detroit Pistons, video.
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A lição, mais uma vez… Jogadas bonitas nem sempre vencem o jogo. E eu acho que a NBA deixou de colocar várias boas também!

Top 5 do jogo 6 de Bulls x Pistons maio 18, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Detroit Pistons, video.
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Em dias que tem só um jogo, a NBA TV só faz um Top 5. Então, lá vai o Top 5!

Só pra mostrar mais uma vez que jogadas bonitas nem sempre ganha títulos…

O fim-de-semana dos playoffs maio 14, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Chicago Bulls, Detroit Pistons, Golden State Warriors, Phoenix Suns, San Antonio Spurs, segunda rodada, Técnico do Ano, Utah Jazz, video.
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Bom, primeiramente queria me desculpar por nenhuma atualização ontem… Tive uma febre. Tive de ver o Detroit apanhar do Chicago doente de cama! Que droga, né. Bom, não se você for torcedor do Bulls.

Vamos à análise do que transcorreu nos últimos três jogos dos playoffs:

– O Suns foi abrir a boca pra falar do Spurs, dizendo que era um time sujo… E os árbitros respondem dando total vantagem nas marcações para San Antonio! Foi meio que um “se você vai ficar chamando a atenção do público para nossos erros, vai sofrer” dos árbitros. Bruce Bowen comprovou ser um jogador sujo com sua joelhada em Steve Nash, e o Suns quase caiu na provocação. (o Bowen previu corretamente: “Com toda a controvérsia ao meu redor, isso provavelmente vai parar no YouTube”. Toouché, Bruce:)

Mesmo que os árbitros não dessem a vantagem das marcações para o Tim Duncan em mais da metade dos lances, teria sido difícil mesmo para o Suns derrotar o Spurs. Leandrinho jogou mal e Steve Nash teve um péssimo primeiro tempo. Por todo o segundo tempo, e especialmente quando Nash finalmente começou a acertar seus chutes, eu me lembrava que Phoenix venceu jogos desta maneira a temporada inteira. O problema é que desta vez se tratava de San Antonio: um time veterano, que executa com perfeição nos minutos finais. O Suns pode ter seus altos e baixos contra New Jersey ou Dallas, mas não contra um time disciplinado e experiente como o Spurs. Se quiser vencer hoje, Phoenix precisa ser perfeito.

– A mesma coisa pode ser dita de Chicago em relação a Detroit: para vencer o Pistons, o Bulls precisa ser perfeito, e foi o que aconteceu no domingo. Detroit enfim assumiu sua personalidade de “ligar e desligar o interruptor”. Após um excelente começo de segundo quarto, o time se desligou no final do período e teve muito menos energia e disposição que seu rival. Quando jogou o que sabe, conseguiu reduzir a sete pontos, mas já era tarde. Se vencesse, seria injusto, pois o Bulls foi superior.

A pressão ainda está toda sobre Chicago, mas é bom que o Pistons aprenda agora que ele, também, tem de jogar 100% para derrotar o Bulls. Principalmente agora que o rival acordou para a série.

– Dizer que Utah surpreende não seria verdade. É simples: o Jazz tem a presença de garrafão que o Dallas não tinha, o que é o fator decisivo para derrotar Golden State. Embora os críticos insistam que a NBA está mudando e os pivôs não tenham a mesma importância, está claro que eles ainda causam impacto. O problema é que os analistas não consideram alas-pivôs como pivôs, mas Carlos Boozer, Tim Duncan e Chris Webber são pivôs capazes de jogar como alas. Daí o nome de sua posição!

Muito se fala sobre como Phoenix gosta de arremessar o mais rápido possível; pois Golden State faz o Suns parecer uma tartaruga. Os jogadores passam a bola, atacam a cesta e chutam de qualquer lugar – e quando eu digo qualquer lugar, quer dizer qualquer lugar mesmo. Lembram-se nos games antigos de NBA que a bola pegava fogo? Deve ser assim que eles sentem a bola em suas mãos. Quando as bolas estão caindo, ótimo. Quando elas páram de cair – e jogar neste estilo tem de cansar os braços e as pernas alguma hora -, fica difícil, e foi o que aconteceu ontem no final.

O Jazz está executando perfeitamente seu plano de ação e muito crédito tem de ser dado ao técnico Jerry Sloan; afinal, o time é quase que completamente inexperiente em playoffs, e já conseguiu superar um time forte como Houston em um jogo 7 fora de casa E derrotou o Warriors na arena mais barulhenta dos Estados Unidos. Só demonstra como foi uma injustiça ele não receber finalmente o prêmio de Técnico do Ano, enquanto o receptor do prêmio, Sam Mitchell, assiste à segunda rodada dos playoffs de casa após seu time, terceiro melhor de sua conferência e dono de um dos melhores jovens alas-pivôs da liga, ter sido eliminado por uma equipe que não consegue buscar sequer um rebote ofensivo. Em anos anteriores, o crédito ficou para John Stockton e Karl Malone; qual é a desculpa agora?

Tayshaun abusa para o Pistons maio 8, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Detroit Pistons, video.
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Pistons 108, Bulls 87 maio 8, 2007

Posted by mauricio50 in Chicago Bulls, Detroit Pistons.
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O Detroit Pistons soube aproveitar o fator casa e acabou de derrotar novamente com facilidade o Chicago Bulls, desta vez por 108 a 87. Agora o Pistons lidera a série por 2 a 0, e com mais duas vitórias avança pela quinta vez consecutiva para as finais da Conferência Leste da NBA, a liga norte-americana de basquete. Assim como na primeira partida, o Bulls não ofereceu resistência e o Pistons venceu com certa facilidade. Nas duas partidas, o time conseguiu vencer por uma diferença superior a 20 pontos. O destaque do time foi o ala Tayshaun Prince, com 25 pontos e sete rebotes. O armador Richard Hamilton fez mais 24 e apanhou nove rebotes, seguido do pivô Chris Webber, que terminou com 22 pontos e capturou sete rebotes. O cestinha do Bulls foi o reserva Tyrus Thomas, com 18 pontos. Luol Deng terminou com 16 pontos.

O jogo foi decidido praticamente ainda no primeiro quarto, vencido pelo Pistons por 34 a 18. No intervalo, a vantagem era de 15 (58 a 43). A forte defesa foi a chave da vitória do Pistons. Sufocaram o Bulls, que teve apenas 34% de acerto nos arremessos, e apanharam apenas 30 rebotes. Detroit converteu 53% dos tiros de quadra e apanhou 51 rebotes. O Pistons continua invicto nos playoffs da NBA, venceu as seis partidas que jogou até o momento (quatro delas contra o Orlando Magic).

Agora a série vai para a cidade de Chicago, local onde acontecerão as duas próximas partidas.