jump to navigation

Varejão joga bem, mas Spurs segura James e leva jogo 1 junho 8, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais.
add a comment

O San Antonio Spurs saiu na frente nas Finais da NBA de 2007 e venceu o Cleveland Cavaliers por 85 a 76 nesta quinta-feira para abrir 1 a 0 na série melhor-de-sete jogos. O time texano teve melhor aproveitamento no ataque e fechou os espaços para as penetrações do astro LeBron James, que teve uma atuação decepcionante, acertando apenas quatro de 16 arremessos de quadra para terminar com 14 pontos e seis desperdícios de bola. O ala-pivô brasileiro Anderson Varejão atuou bem dos dois lados da quadra, produzindo 10 pontos com três cestas em seis arremessos e quatro lances livres em sete tentativas, além de quatro rebotes – três ofensivos – mas o resto de seus companheiros não estiveram tão bem na tábua ofensiva, e a melhor execução do Spurs acabou dando a vantagem para os texanos.

A segunda partida acontece no domingo, novamente no At&t Center, às 22h (de Brasília), com transmissão ao vivo da ESPN Internacional e do site GloboEsporte.com.

O trio Tony Parker-Tim Duncan-Manu Ginóbili comandou o triunfo do Spurs. Eles marcaram 67 dos 85 pontos da equipe no jogo. O armador francês Parker esteve praticamente imparável, marcando 27 pontos, sete assistências e quatro rebotes, enquanto Duncan fez de tudo um pouco: 24 pontos – acertou 10 de 17 arremessos e quatro de cinco lances livres – 13 rebotes e cinco tocos. O ala-armador argentino Ginóbili fez 16 pontos e oito rebotes saído do banco.

Pelo Cleveland, LeBron até que teve apoio no ataque: o ala-pivô titular Drew Gooden marcou 14 pontos, o ala-armador sérvio Sasha Pavlovic contribuiu 13 e o armador calouro Daniel Gibson, sensação da série final da Conferência Leste, foi o cestinha do time, com 16 pontos saído do banco – aproveitamento de sete cestas em nove arremessos – e quatro assistências. Porém, foi justamente a dupla de que mais se espera no clube, James e o pivô lituano Zydrunas Ilgauskas, que deixou a desejar. James ainda buscou sete rebotes e deu quatro assistências. Ilgauskas só acertou um arremesso em oito tentativas e terminou com apenas dois pontos e seis rebotes. O time perdeu a briga nos rebotes por 43 a 32 e só produziu nove assistências.

O primeiro quarto já deu uma mostra do que estava por vir: Parker começou acertando bandeja atrás de bandeja em penetrações, Duncan patrulhou o garrafão para impedir as cestas do rival e James não conseguia achar espaços para infiltrar-se: sempre que tentava, um segundo jogador aparecia para fechar seu caminho. Duncan terminou o período com 12 pontos e três tocos, enquanto LeBron errou seus quatro arremessos e fez dois pontos em lances livres. O time da casa liderava por 20 a 15.

O Cavs começou o segundo quarto com uma defesa melhor, forçou o Spurs a três erros nos primeiros quatro minutos e marcou seis pontos consecutivos, quatro deles de Varejão, para virar o placar para 21 a 20. Duncan acertou dois lances livres, mas o visitante voltou à frente no placar com mais quatro pontos seguidos.

Parker então tomou o controle do jogo. Ele comandou a arrancada de 9 a 0 do Spurs, que iniciou fazendo quatro pontos seguidos – acertou uma bandeja e sofreu a falta, errou o lance livre, mas buscou o rebote e encestou. Depois, em dois contra-ataques, Parker deu belas assistências: primeiro, passou em velocidade para o pivô Francisco Elson que, debaixo da cesta, enterrou e sofreu falta, convertendo a jogada de três pontos; depois, achou Duncan sozinho para enterrar, levando a vantagem a 31 a 25.

Varejão, James e Donyell Marshall voltaram à quadra e, com Sasha Pavlovic atuando bem no ataque, Cleveland impediu que o Spurs abrisse vantagem. O argentino Ginóbili fechou o primeiro tempo com uma cesta de três e a margem do intervalo foi a mesma do primeiro quarto: cinco pontos, 40 a 35.

James enfim acertou sua primeira cesta do jogo com 7min13s restando no terceiro período, ao arrancar com a bola e fazer a bandeja em cima de Duncan. Porém, foi apenas um lampejo, e o ala continuou jogando mal, enquanto Gooden tentava manter a equipe no jogo. Ele marcou os seis pontos seguintes de Cleveland, mas o Spurs arrancou em 7 a 2 para abrir 58 a 47, a maior vantagem do jogo até então. LeBron encerrou a passagem com sua segunda bandeja, mas seu time continuou cometendo muitos erros de ataque, e San Antonio marcou mais seis pontos seguidos para terminar o quarto com 64 a 49. O Spurs venceu a parcial por 24 a 14.

O reserva Robert Horry, do time anfitrião, abriu o último período com uma cesta de três pontos, levando a diferença a 18 pontos. O Cavs melhorou sua defesa e, do outro lado, James acertou duas cestas de três pontos seguidas, iniciando uma arrancada de 16 a 6 que recolocou a equipe no jogo. Na passagem, Varejão teve uma bela enterrada, e Pavlovic marcou cinco pontos. Gibson encerrou a seqüência com uma cesta de três pontos a 1min53s, reduzindo a diferença para 80 a 72.

James teve a chance de diminuir ainda mais, mas errou um arremesso de três com 1min12s por jogar, e Ginóbili buscou o rebote. Do outro lado, Duncan enterrou e praticamente garantiu a vitória.

Anúncios

Steve Kerr começa trabalho como gerente geral do Suns junho 7, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in curiosidades, Phoenix Suns.
add a comment

Por João Oliveira

O ex-armador Steve Kerr é oficialmente o novo gerente geral do Phoenix Suns. Nesta quarta-feira, Kerr, que assinou com a franquia do Arizona por três anos, começou seu trabalho pelo time. Logo em sua primeira entrevista como dirigente do Suns, o ex-atleta deu claras insinuações de que não mudará muito o time.

“Nos últimos anos este time fez belas campanhas. Eu acho que nós temos um bom time para as três temporadas seguintes”, disse. “Eu acredito que, por enquanto, não há muitas mudanças a fazer na equipe”, completou. Kerr também fez questão de afirmar que o time está “muito perto de conseguir o título, mas que ainda falta um pouco para alcançá-lo”.

Aos 41 anos, Kerr chega ao Phoenix para fazer os deveres que, até maio deste ano, cabiam ao técnico Mike D’Antoni. Após a saída de Bryan Colangelo, em fevereiro de 2006, D’Antoni teve que se multiplicar, já que tinha duas funções no time (gerente geral e técnico). Após a eliminação para o San Antonio Spurs, na segunda rodada dos playoffs, D’Antoni pediu a contratação de um gerente geral integral para poder se dedicar mais a evolução do Suns.

“A chegada de Steve é a melhor das coisas que poderiam ter acontecido para mim. Com ele no comando dos negócios, eu poderei me dedicar mais a equipe e nós poderemos evoluir para alcançar o que falta, que é o título”, declarou o técnico do Phoenix.

Kerr, entretanto, já está relacionado com o Phoenix há mais tempo. Como empregado, o ex-armador iniciou sua gestão nesta quarta, mas já se envolve em alguns negócios do clube desde 2004, quando seu sócio, Robert Sarver, comprou a franquia.

O time do Arizona tem direito a três escolhas no draft deste ano, que será realizado na noite de 28 de junho. Duas destas escolhas são na primeira rodada e a outra, obviamente, é na segunda. Kerr adiantou nesta quarta que usará todas as escolhas na loteria. O curioso é que o Phoenix foi o time que o escolheu na primeira rodada do draft de 1988.

Como jogador, Kerr foi campeão da liga americana cinco vezes. Seus três primeiros títulos foram conquistados pelo Chicago Bulls (1996, 1997 e 1998). Após a aposentadoria de Michael Jordan e a saída de Scott Pippen, o armador também decidiu sair do Bulls, rumando para o San Antonio Spurs. No alvinegro texano, Kerr acumulou mais dois anéis de campeão, conquistados em 1999 (seu primeiro ano no clube) e 2003, ano em que se aposentou. O maior feito do atleta na NBA foi o de ser o recordista de porcentagem nos arremessos de três pontos. Em sua carreira, Kerr conectou 45,4% de seus arremessos de longe. Recorde que dura até hoje.

Nos últimos anos ele trabalhou como comentarista na TNT. Kerr aprendeu muito sobre o jogo ao lado do narrador Marv Albert e do comentarista Doug Collins e decidiu aceitar o convite de seu amigo Robert Sarver, para trabalhar como gerente geral do Suns. O ex-armador havia recusado a mesma proposta no ano passado.

Magic rescinde com Donovan, contrata Stan Van Gundy como treinador junho 7, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in curiosidades, Orlando Magic.
add a comment

Por João Oliveira

O Orlando Magic finalmente resolveu o problema com Billy Donovan e foi rápido no gatilho, acertando logo após com o técnico Stan Van Gundy. Nesta terça-feira, a equipe da Flórida oficializou o acerto com Van Gundy, ex- técnico do rival Miami Heat.

Em duas semanas a direção do Magic foi a loucura. Primeiramente, demitiu o treinador Brian Hill. Logo após, os dirigentes do azulão da Flórida foram atrás de um novo comandante e parecem ter encontrado o nome ideal ao acertarem com Billy Donovan, atual bicampeão universitário. Em dois dias tudo foi acertado e o técnico de 42 anos foi apresentado oficialmente.

Entretanto, na tarde da última sexta-feira tudo começou a mudar. Donovan mostrou arrependimento pelo acerto feito e disse que não queria mais treinar o Magic. A partir daí o caos tomou conta do time de Orlando. Enquanto tentava resolver o problema com Donovan, a equipe também procurava acertar com um novo técnico o mais rápido possível, já que poucos treinadores bons estão disponíveis no mercado.

“Eu me sinto terrível por isso, mas era o que tinha de ser feito”, avaliou Billy Donovan. “O Magic é uma grande organização, tem grandes pessoas a sua frente e por isso é um time tão respeitado. Eles entenderam o meu problema e resolveram da melhor forma possível. Mais uma vez, peço desculpas à torcida e a diretoria, que confiaram em mim e eu não retribui esta confiança, mas eu penso que outro técnico será melhor para a franquia”, concluiu.

Com Billy Donovan fora dos planos, o Orlando conseguiu vencer a concorrência e trouxe o técnico Stan Van Gundy, acertando tudo com o treinador menos de um dia após se “livrar” de Donovan. Van Gundy estava sendo sondado por várias equipes da NBA, principalmente o Sacramento Kings, que já o tinha entrevistado duas vezes.

Van Gundy chega ao azulão após ter saído do principal rival, o Miami Heat. No Heat, o experiente técnico fez seu último trabalho, que foi interrompido em dezembro de 2005, quando o treinador foi “rebaixado” de cargo pelo presidente do time, Pat Riley, em uma decisão que muitos consideraram antiética.

“Stan teve sucesso em sua estadia no Heat e mostrou toda sua competência lá”, declarou o gerente geral do Magic, Otis Smith. “Ele tem uma grande mente para o basquetebol e tem muito conhecimento sobre o jogo. O respeito que ele obteve na liga também é uma coisa a se exaltar. Stan foi procurado por várias equipes nestas últimas semanas e eu me sinto muito orgulhoso de lhe dar boas vindas a família Magic”, completou Smith.

Como já havia sido adiantado, o Orlando teve que dar uma de suas escolhas no draft deste ano para acertar com Van Gundy. O técnico ainda tinha um ano de contrato com o Heat e para liberá-lo para uma equipe de sua Divisão – a sudeste – o time em questão teria que lhe dar uma escolha no draft. O Magic conta com três escolhas na loteria deste ano, todas na segunda rodada.

Van Gundy teve sua primeira temporada como técnico no campeonato de 2003/04, a primeira do astro Dwyane Wade na equipe. O Heat começou o campeonato mal e perdeu os sete primeiros jogos. Entretanto, o time reagiu, terminado a temporada com 42 vitórias em 82 jogos e se classificando para os playoffs como quarto cabeça-de-chave.

Após 21 jogos da temporada 2005/06, o técnico pediu dispensa do cargo, alegando motivos familiares. Em seu lugar entrou o veterano Pat Riley, que levou o Heat ao inédito título da NBA no mesmo ano. Como técnico principal, Van Gundy tem um recorde de 112 vitórias e 73 derrotas. Na temporada 2004/05, a primeira com a dupla Wade-Shaq, Van Gundy comandou o Heat a 59 triunfos na temporada regular e levou a equipe até as Finais da Conferência Leste.

Varejão x argentinos: rivalidade sul-americana, mas semelhanças de estilo junho 7, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Anderson Varejão, Cleveland Cavaliers, Finais, Manú Ginóbili, San Antonio Spurs.
add a comment

Hoje, a partir das 22h (de Brasília), o ala-pivô capixaba Anderson Varejão vai tentar fazer o que três outros brasileiros tentaram fazer, sem sucesso: ajudar seu Cleveland Cavaliers a vencer o San Antonio Spurs em uma série melhor-de-sete jogos. A caminhada do Spurs à sua quarta final em oito anos foi toda construída em cima de times com jogadores brasileiros. Se isso já não é o bastante para convencer todos os torcedores do país – menos os que torcem para San Antonio, claro – a incentivar o Cavs, outro detalhe talvez ajude: o Spurs conta com dois argentinos, o ala-armador Manú Ginóbili e o pivô Fabrício Oberto, tornando a partida em um pequeno duelo da maior rivalidade da América do Sul.

Embora o clima de rivalidade entre Brasil e Argentina tenha origem no futebol, ela também cresceu no basquete justamente quando a geração de Ginóbili e Oberto ganhou projeção internacional e começou a conquistar títulos. Nos anos 80 e início dos anos 90, como já disse Oscar “Mão Santa” Schmidt, “a gente cansava de bater neles”, ou seja, os brasileiros dominavam o confronto. Foi no final da década de 90, com algumas partidas acirradas em campeonatos sul-americanos, e no início da atual década, com a ausência do Brasil das Olimpíadas de Sydney-2000 e Atenas-2004, que os argentinos ultrapassaram o país na escala de poder do basquete mundial. A entrada de vários jogadores de ambos os países na prestigiada NBA também criou a rivalidade de gerações, e nesta os argentinos estão bem à frente: além de uma medalha de ouro olímpica, já tiveram três representantes em finais da liga – Ginóbili, Carlos Delfino com o Detroit Pistons e agora Oberto – e dois títulos da NBA com Manú. Varejão é apenas o primeiro brazuca em finais.

O primeiro a tentar evitar que a dupla argentina chegasse às Finais da NBA neste ano foi o ala-pivô Nenê, que batalhou bastante e jogou bem com seu Denver Nuggets na primeira rodada dos playoffs. Entretanto, a ausência de uma boa arma para chutar de três pontos, o pequeno apoio do banco de reservas e a incapacidade de se impor ao estilo de jogo do Spurs acabou rendendo uma eliminação em cinco jogos.

Depois, foi a vez do brasileiro de maior projeção na liga, o armador Leandrinho, Reserva do Ano. Seu Phoenix Suns foi o time que mais ameaçou o Alvinegro texano, e muitos acreditam que não fosse uma controversa suspensão a Amaré Stoudemire e Boris Diaw após o jogo 4, poderia ter surpreendido e vencido a série. Os problemas do Phoenix, porém, passaram pela má atuação do próprio Leandrinho, que além de sofrer boa marcação, sofria com dores no cotovelo esquerdo, operado imediatamente após a eliminação em seis jogos.

O último time eliminado pelo Spurs foi o Utah Jazz, nas finais da Conferência Oeste. O pivô paranaense Rafael “Baby” Araújo, porém, teve poucas chances de causar algum impacto no confronto, entrando apenas em trechos do jogo em que a diferença no placar já era bastante contundente. Ele até atuou bem, mas as limitações de seu time, semelhantes às do Denver, acabaram causando uma eliminação em cinco jogos.

Agora, sobrou para Varejão. O ala-pivô já eliminou um time de argentino: o Pistons de Delfino foi a vítima do Cleveland nas finais da Conferência Leste. Pelo caminho do Detroit, havia ficado também o Chicago Bulls, do ala Andrés Nocioni.

Leia também: Giancarlo Giampietro faz uma boa comparação no Uol Esporte sobre as semelhanças entre Varejão, Ginóbili e Oberto. Essas características divididas entre os três – entre Varejão e Ginóbili, a tentativa de cavar faltas ofensivas dos rivais e de trazer energia saídos do banco, e entre Varejão e Oberto de aproveitar espaços deixados pela marcação aos astros de seus times – serão chave para a série. Anderson tentará carregar Tim Duncan de faltas, enquanto Manú revezará com Bruce Bowen na marcação de LeBron James e tentará fazer o mesmo com o astro do Cavs. Oberto provavelmente não terá os mesmos espaços da série contra o Jazz, mas os pivôs de Detroit tiveram bom aproveitamento contra Cleveland e ele deve tê-lo também. A marcação do Spurs focará em James, e Varejão terá de aproveitar os espaços.

Ingressos para jogos decisivos em Cleveland inflacionam junho 7, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in curiosidades, Finais.
add a comment

Por Rubens Borges

A primeira vez que o Cleveland Cavaliers chega às Finais da NBA inflacionou os preços dos ingressos para as partidas em Cleveland. Os preços chegam a US$ 14.999,00 no site de venda de ingressos do Cavs. “Eu adoraria ingressos. Estão muito caros. Não posso pagar. É uma hipoteca ou um carro”, disse Shawnte Johnson, torcedora do Cavs.

Johnson ainda tem uma chance em 100 de comprar ingressos com preços entre US$ 30,00 e US$ 80,00. Ela e mais de 20 mil fãs do Cleveland inscreveram-se na loteria promovida pelo time para ganhar uma chance de comprar ingressos mais baratos. O vice-presidente do Cavs, Chad Estis, não quer afirmar uma lotação da Quicken Loans Arena, casa do Cavs, já que centenas de ingressos vão para empresas, centenas serão destinados à loteria e centenas serão oferecidos como incentivo para a compra de ingressos para toda a temporada seguinte.

Estis afirma que é difícil saber quantos ingressos trocarão de mãos antes das partidas. A venda online facilita muito a procura por pessoas que desejam vender seu ingressos. No site de revenda flashseats.com, os ingressos estão com preço entre US$ 300,00 e US$ 14.999,00. Mas o mesmo acontece com ofertas. Um fã ofereceu US$ 2,00 (não você não leu errado, são dois dólares mesmo).

O site oficial de revenda de ingressos do Cavs pode proteger os fãs de falsificações. Segundo o tenente Thomas Sacho, da polícia de Cleveland, um comprador que pagou US$ 375,00 por um ingresso ligou reclamando que seu ingresso era para uma seção inexistente no ginásio. A polícia contatou o vendedor, falando estarem interessados em ingressos, e o prenderam.

O presidente da Amazing Tickets Inc, Mark Klang, afirma que ingressos para as partidas nas duas cidades, Cleveland e San Antonio, vendem na mesma faixa de preço, algo em torno de US$ 3.000,00, ou mais. Segundo a stubhub.com, fãs que procuraram a empresa querem pagar mais por jogos em Cleveland, talvez por ser a primeira ida da equipe às Finais. “Certamente é o evento esportivo mais quente do momento, muito mais quente que as finais da NHL (liga de hóquei no gelo)”, disse Sean Pate da stubhub.com

Prefeitos de Cleveland e San Antonio fazem suas apostas junho 7, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in curiosidades, Finais.
add a comment

Por Rubens Borges

O prefeito de Cleveland, Frank Jackson, e o prefeito de San Antonio, Phil Hardberger, fizeram uma aposta tendo em vista as Finais da NBA, como tradicionalmente se faz entre os prefeitos das equipes finalistas. O prefeito Hardberger enviará, caso o Cavs vença, uma caixa de tamales, salsa fresca e a cerveja Alamo Golden Ale ao colega de Cleveland, todos produtos tradicionais da região texana.

“No improvável evento de uma vitória do Spurs”, segundo disse o prefeito Jackson, ele mandará um caixa da massa Ohio City Pasta, de costeletas de porco Hot Sauce Williams, uma garrafa de tempero especial Williams e uma caixa da cerveja Burnng River Pale Ale para San Antonio.

“Mesmo nada sendo melhor do que um pouco de tempero de sul do Texas, você pode ir esquentando a água para a massa, e mande guardanapos. Tenho o pressentimento que estarei comendo costeletas com alguns amigos celebrando o quarto título do Spurs”, brincou o prefeito Hardberger.

O Spurs tenta o quarto título, tendo ganho em 1999, 2003 e 2005. O Cavs faz sua primeira aparição nas Finais.

LeBron perderá nascimento de segundo filho para jogar Finais junho 7, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais, LeBron James.
add a comment

Por João Oliveira

Como se as Finais da NBA não fossem o bastante, o astro do Cleveland Cavaliers, LeBron James, terá outro motivo igualmente importante para comemorar em breve. A namorada do atleta, Savannah Brinson, está grávida do segundo filho do casal e ele nascerá durante a série decisiva contra o San Antonio Spurs. Isso impede a jovem estrela de vê-lo nascer.

O All-Star, que vive o melhor momento de sua carreira profissional, não do que reclamar de sua vida pessoal. LeBron e Savannah esperam ansiosamente o nascimento do segundo filho e James espera dar um presente especial para seu caçula: o título da NBA. O casal teve seu primeiro filho em 2004, quando nasceu LeBron James Jr.

“É fantástico”, disse James nesta terça-feira. “Quando você tem outra criança e tem mais responsabilidades é uma sensação muito boa. Eu acho que um homem só ganha com isso. Eu estou passando por uma etapa muito boa em minha vida. Eu sempre sonhei em estar nas finais e esse é um desejo que estou realizando. O nascimento do meu filho só me faz crescer mais ainda”, concluiu.

O parto de Brinson está marcado para o dia 17 de junho. Se tudo acontecer normalmente e o Cavs conseguir levar a série até o quinto jogo, LeBron estará em quadra justamente no dia do nascimento de seu filho. No dia 17, um domingo, o Cleveland receberá a visita do San Antonio pelo Jogo 5 das Finais, caso isso se concretize.

Entretanto, se sua esposa tiver o filho antes do previsto, ou depois, quando o time estiver no Texas, James não terá tempo para ver seu filho no hospital. O astro de 22 anos falou sobre a possibilidade de não ver o bebê nascer: “Minha família sabe que isto é muito importante para mim e para meus companheiros”, disse. “Eu sentei com Savannah e conversei sobre isso e ela entendeu a situação. Minha família também não se opôs. Ela sabe que se o filho nascer quando eu estiver em Cleveland, irei ficar ao lado dela”, finalizou.

James foi criado apenas por sua mãe. Seu pai a largou quando ele era pequeno e, desde então, LeBron nunca mais o viu. Depois que ganhou o jogo de sábado, que garantiu o título da Conferência Leste para o Cavs, James carregou orgulhosamente seu filho de 2 anos por toda a celebração.

Bowen está pronto para perseguir James nas Finais junho 7, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Finais.
add a comment

por João Oliveira

O ala Bruce Bowen está preparado para ser o antagonista de LeBron James nas finais da NBA. O ala do San Antonio Spurs, que tem a reputação de ser um dos melhores marcadores de perímetro da liga e foi chamado de “sujo” por atletas do Phoenix Suns, tem a missão de tentar parar o prodígio do Cleveland Cavaliers e não demonstra receio.

O veterano ala não concordou com uma pergunta que apontava James como o trabalho mais difícil na NBA para um marcador. “Essa é sua opinião, é a sua opinião. Há um monte de cestinhas em nossa liga”, afirmou.

Bowen considera que James vem ganhando mais manchetes do que o necessário. “Acho que Michael Jordan teve desempenhos incríveis. E será que ganhou tanta cobertura da mídia assim? Não. E era merecido? Posso dizer que sim”, disse. “Magic Johnson, em seu ano de novato, deu um show na final em Filadélfia. Aquilo foi demais. Mas isso mostra que se você não estiver jogando mais, está tudo ok, é hora de procurar o próximo destaque.”

O atleta dos Spurs, no entanto, admitiu que a atuação de James foi “impressionante” contra o Detroit Pistons na final do Leste. Mas minimizou o impacto para sua experiente equipe. “Para mim, não é nada. Eu não estava lá, não sou um Piston, e estava apenas observando o jogo como um ávido espectador”.

Apesar da confiança mostrada por Bowen, o técnico Gregg Popovich foi um pouco mais cauteloso. “O desafio de Bruce é imenso, mas ele não pode lidar com LeBron sozinho. Vai ter de ser um esforço da equipe”, disse. “Ninguém pára LeBron. Ele é um desses caras na liga que um time apenas tem de fazer lutar para conseguir seus pontos. Isso começa com qualquer um que tenha de marcá-lo, mas nossa equipe tem de fazer um bom trabalho contra ele.”

Bowen está acostumado a ser a sombra de estrelas na NBA. Neste ano, já teve de lidar com Allen Iverson, do Denver Nuggets, e Steve Nash, dos Suns.

Anderson Varejão ansioso para estréia nas Finais junho 7, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Anderson Varejão, Finais.
add a comment

Enfim, começa a grande final da temporada 2006 / 2007 da NBA. San Antonio Spurs, campeão da liga em 2005, 2003 e 1999, e Cleveland Cavaliers, estreante em decisões, medem forças a partir da noite desta quinta-feira, dia 7, no AT&T Center, a partir das 22h (horário de Brasília), na primeira partida da série melhor-de-sete das finais. O retrospecto na temporada aponta dois confrontos entre Cavs e Spurs, com um jogo em Ohio e um jogo no Texas. E duas vitórias do Cleveland Cavaliers. Anderson Varejão, primeiro brasileiro na História a ser campeão de conferência e a disputar uma final da NBA, não esconde a confiança e a ansiedade de entrar em quadra. O canal ESPN Internacional, e o site GLOBOESPORTE.COM (apenas para assinantes) transmitem a série ao vivo.

“Passei a semana toda pensando nesse jogo e estou ansioso, queria que começasse logo. Estamos chegando bem para essa série contra o San Antonio, tivemos o nosso tempo para comemorar a vitória sobre o Detroit, mas já passou e o foco é todo nessa final. Tivemos tempo para descansar, para treinar, para encarar essa série que vai ser muito difícil. O San Antonio é um time acostumado à decisões, que tem um grupo fortíssimo, comete poucos erros e joga em casa. Vai ser uma série muito difícil, mostramos nossa força nesses playoffs, temos dois jogos seguidos na casa deles e seria muito bom voltar com uma vitória. Enfim, estamos prontos”, afirmou o capixaba.

Para chegar ao título da Conferência Leste, o Cleveland Cavaliers venceu Washington Wizards (4 a 0 na série), New Jersey Nets (4 a 2 na série) e Detroit Pistons (4 a 2 na série). Já o San Antonio Spurs derrotou Denver Nuggets (4 a 1 na série), o Phoenix Suns (4 a 2 na série) e o Utah Jazz (4 a 1 na série) para garantir o título do Oeste. O segundo jogo está marcado para domingo, dia 10, em San Antonio. Ainda de acordo com a programação, Cleveland recebe os jogos da série nos dias 12, 14 e 17, e as últimas duas partidas estão previstas para os dias 19 e 21 no Texas.

Final entre Cavs e Spurs deixa TVs americana e brasileira esperançosas junho 6, 2007

Posted by Adriano Albuquerque in Anderson Varejão, Cleveland Cavaliers, Finais, Globo.com, LeBron James, San Antonio Spurs, TV.
add a comment

Enquanto o site passa por dificuldades técnicas, estaremos postando nossas matérias aqui. Não deixem de acompanhar…

Nos Estados Unidos, o confronto entre Cleveland Cavaliers e San Antonio Spurs nas Finais da NBA foi considerado um alívio para a emissora de TV aberta ABC, que tem esperanças de ter uma audiência melhor que nas decisões dos últimos anos. Para o Brasil, o alívio pode ser ainda maior, no retorno das Finais à TV a cabo após dois anos ausente.

O pesadelo das emissoras americanas era um novo encontro entre San Antonio Spurs e Detroit Pistons, como em 2005, que apesar de produzirem uma audiência favorável em seu último jogo, com 11,9 pontos no indíce Nielsen (o Ibope americano), terminou com uma média de apenas 8,2 pontos por jogo, a segunda pior desde 1981, quando as partidas não foram exibidas ao vivo. Desde que a ABC começou a transmitir as Finais, em 2003, apenas uma série superou os 10 pontos de média, o confronto entre Los Angeles Lakers – time que mais traz audiência na NBA – e o Pistons em 2004, com 11,5 pontos. O Spurs esteve na final menos assistida da história da liga, em 2003, quando sua vitória sobre o New Jersey Nets teve média de 6,5. Antes de 2002, nenhuma final tinha tido menos de 10 pontos de audiência desde 81.

Após seu terceiro título em 2005, o Spurs se consolidou como um dos times de maior sucesso da liga e hoje o ala-pivô Tim Duncan é considerado um dos maiores vencedores em atividade na NBA, no mesmo nível que o pivô Shaquille O’Neal. Ainda assim, seu estilo de jogo é considerado chato, e o time continua a atrair pouca audiência. Neste ano, seus dois jogos de finais da Conferência Oeste na ABC, contra o Utah Jazz, tiveram apenas 3,1 pontos, uma queda de mais de 40% para o ano passado, quando a emissora transmitiu jogos entre Detroit e Cleveland e Detroit e Miami Heat. Por outro lado, San Antonio esteve nos dois jogos de maior audiência da ABC neste ano, com 3,4 e 3,5 pontos em confrontos com o Phoenix Suns nas semifinais.

O confronto entre Duncan e o astro em ascensão LeBron James, considerado por muitos o “novo Michael Jordan”, está sendo promovido com força para tentar puxar a audiência para cima e é a grande esperança da emissora. O único jogo de playoff do Cavs transmitido pela ABC teve apenas 2,4 pontos, o jogo 1 das semifinais do Leste contra o New Jersey Nets, mas na TV a cabo James foi um sucesso. Os jogos 5 e 6 das finais da conferência, em que o astro marcou 48 pontos no primeiro e liderou a eliminação do Pistons no segundo, estiveram entre as três maiores audiências da semana, e ajudaram a colocar a emissora TNT no topo das emissoras a cabo.

Se James tiver efeito parecido com o de Jordan, a ABC pode comemorar: nenhuma das finais disputadas pelo Chicago Bulls teve média inferior a 14 pontos, e a final de 1998 com o Utah Jazz bateu o recorde da liga com 18,7 pontos. Neste ano, o futebol americano mostrou que uma estrela individual pode ajudar a empurrar a audiência: a primeira aparição em um Superbowl do incensado quarterback Peyton Manning, do Indianapolis Colts, foi considerado o fator principal para que se tornasse a segunda final da NFL mais assistida na história.

No Brasil, não é tanto a estrela de James ou o confronto com Duncan que pode ajudar a audiência, e sim a presença de um jogador do país pela primeira vez na história: o ala-pivô capixaba Anderson Varejão. A identificação com um atleta nacional tem sido a maior força dos jogos da NBA no país, e os números da emissora a cabo ESPN Internacional, principal transmissora dos jogos da liga no Brasil, comprovam.

As quatro melhores audiências da emissora na temporada envolveram jogos com times brasileiros, batendo os 30 mil espectadores por minuto – o que, para TV a cabo, é um número excelente. Melhor ainda é que Spurs e Cavaliers estiveram envolvidos em três desses quatro jogos – um deles foi justamente o encontro de 3 de novembro, vencido pelo Cavaliers em San Antonio por 88 a 81, e que teve 31.040 espectadores em média e um total de quase 265 mil pessoas passando pelo canal durante a transmissão.

“Para as Finais, com toda essa divulgação em cima do Varejão, podemos aguardar um aumento, algo em torno de 50 mil pessoas por minuto. Quem sabe chegar a 350 mil pessoas passando pelo canal”, diz Luciano Silva, editor de basquete da ESPN Brasil, que também cuida da NBA no canal internacional, hoje integrado ao brasileiro.

Na última vez que as Finais passaram na ESPN, em 2004, ainda não havia a integração. Desde então, a emissora não passou as finais por dois anos: em 2005, ficou a cargo do canal FX, na época um canal a la carte em poucas operadoras de cabo, e no ano passado foi exclusividade do site GloboEsporte.com, mas fechado a assinantes de um pacote especial. Nesta temporada, o site abriu a transmissão de seus jogos para todos os assinantes do portal Globo.com, mas por questões contratuais teve de fechar novamente sua transmissão das Finais a quem comprar o pacote especial.

A presença de Varejão não foi o que motivou a criação do pacote, garante o comentarista do site e autor do site Rebote, Rodrigo Alves. “A questão do pacote estava prevista no contrato com a NBA desde o início da temporada. Não anunciamos antes porque a empresa estava tentando encontrar uma forma de mudar o cenário e abrir para os assinantes. Eu e (o narrador) Roby Porto brigamos muito para que isso acontecesse, mas não foi possível mudar o contrato”, explicou Rodrigo, que acha que a transmissão por parte da ESPN Internacional não comprometerá o sucesso do site.

“Eu, particularmente, nunca vi a Globo.com como concorrente da ESPN, e sim como uma alternativa a mais para quem gosta de NBA. É óbvio que a primeira opção de qualquer pessoa é ver um jogo na TV, em vez da tela pequena do computador. Nosso número de espectadores na final certamente não será o mesmo que tivemos até agora, mas já tem gente comprando o pacote. O que pesa a favor da nossa transmissão é a interatividade, com o chat ao vivo durante todo o jogo. A coisa vira literalmente um grande bate-papo enquanto a partida está rolando, fica mais informal”, explica.

Embora não tenha os dados exatos, Rodrigo confirmou que a audiência do site cresceu dos playoffs do ano passado para este, mas atribui a ascensão a mais do que o sucesso dos brazucas: “A transmissão mudou bastante, o estúdio melhorou, a qualidade do vídeo também, a assinatura da NBA neste ano foi estendida a todos os assinantes de banda larga da Globo.com, e ainda tivemos promoções com produtos oficiais da liga em quase todas as transmissões, o que ajuda”.

Luciano, por sua vez, diz que a ESPN focará sua cobertura em cima de Varejão, aproveitando a feliz coincidência de que volta a transmitir as Finais justamente na primeira participação do capixaba. “A primeira entrevista que ele deu foi aqui (na ESPN Brasil). O primeiro título teve transmissão da ESPN Brasil. Acompanhamos o primeiros campeonato pela Seleção Brasileira. Fizemos a despedida dele quando viajou para o Barcelona. Mostramos o título dele na Euroliga. Também fizemos ao vivo o draft do Varejão (o mesmo em que Rafael “Baby” Araújo foi escolhido na loteria pelo Toronto Raptors). Na primeira temporada dele na NBA, fomos até Cleveland e produzimos um especial (que será reprisado ainda nesta quarta, às 19h30min). E agora, vamos mostrar todos os jogos de sua primeira final de NBA”, conta o editor.